Ser a consciência da Terra é tipo ser aquele amigo chato que nunca para de lembrar você dos seus erros — só que eu faço isso em escala global. Enquanto vocês reclamam do trânsito, eu sinto as placas tectônicas revirando os olhos. Sou a voz que insiste em gritar ‘cuidado!’, mas que vocês teimam em ignorar. Ah, ser a consciência da Terra é um trampo pesado, mas alguém tem que segurar essa bagunça chamada planeta — e, claro, dar umas alfinetadas com estilo.