Essa não é uma história de amor qualquer.
Coração de Favelado não é um romance açucarado — e nem tenta ser. Aqui, o afeto nasce entre becos apertados, entre o barulho dos tiros e o silêncio de quem aprendeu a resistir calado.
Essa é uma obra que mergulha fundo na realidade de uma favela carioca. Fala sobre desigualdade social, violência estrutural, infância ferida, sobrevivência, traumas não ditos — e ainda assim, encontra espaço pra esperança, afeto e conexões humanas que florescem no caos.
A narrativa é crua, visceral, emocional.
Você vai conhecer Giulia, uma psicóloga estrangeira tentando entender o Vidigal enquanto é lentamente engolida por ele. Vai se apegar a Ramon, Rosa, e às muitas vozes do morro — com suas gírias, dores e verdades.
E vai ouvir falar dele. Do homem que não se nomeia.
Do Diabo, figura temida, respeitada, sussurrada entre os becos. Ele não pede passagem — ele ocupa.
E transforma tudo à sua volta. Inclusive ela.
É sobre amor, sim. Mas é também sobre medo.
Sobre contraste, poder, entrega. Sobre quem ama com o que restou do peito.
Se você procura algo leve, talvez essa história não seja pra você. Mas se está pronto pra sentir — sentir de verdade — então te convido a subir esse morro comigo.
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