Será que existe mesmo amor romântico a primeira vista? Ou isso trata-se apenas de um recurso artístico usado pela indústria do entretenimento?
Digo mais: será mesmo que devíamos mesmo nos cegar a ponto de acreditar que algum tipo de amor, a não ser o de Cristo, existirá em nossas vidas e suprirá todas as nossas necessidades?
Falo ainda: será que devíamos nos agarrar a tamanha ilusão do tipo? Sonhar acordados com amores que nunca existirão.
Entre mares de espelhos e ilusões, atualmente, estou preferindo viver em lucidez e deixar os amores impossíveis e arrebatadores apenas na ficção, e mesmo assim, optando pelos mais falhos, os que mostram a fragilidade dos dois lados, e que não falem apenas de casais perfeitos e incoerentes com nossa realidade.
Essa peregrina não trata-se de uma romântica incontrolável, mas mesmo assim, ainda fica surpresa como seus personagens teimam em gritar por um pouco de romance entre as páginas.