A Dor da Minha Alma
A dor da minha alma é um silêncio profundo,
Que se estende como noite sem fim,
Cada passo é pesado, cada suspiro é mudo,
E a paz parece distante, como um sonho sem fim.
Ela me consome em sombras e luzes quebradas,
Num jogo insano de amor e solidão,
Caminho entre o vazio e as palavras caladas,
Tentando achar sentido nessa dor sem razão.
O que era doce agora é amargo,
O que era perto, agora se afastou,
E eu, aqui, me perco no escuro,
Com a esperança já tão frágil, que quase se apagou.
Me perguntam o que restou de mim,
Mas não sei mais, não encontro a resposta.
A dor da minha alma me cobre e me afasta,
E o que resta é um eco que nunca tem fim.
Queria, talvez, poder quebrar o silêncio,
Falar o que sinto, liberar o peso,
Mas a dor, como uma corrente invisível,
Me prende ao que não posso desfazer, ao que não vejo.
E assim sigo, sem rumo, sem direção,
Com a dor da minha alma como única companhia,
Na esperança de que um dia, essa sensação
Se transforme em algo mais, em liberdade, em harmonia.