O bolo de milho, o milho assado, o cuscuz e o próprio milho em sua essência. E, finalmente, uma pamonha.
O rapaz sentiu o coração bater mais forte e o rosto avermelhar-se, completamente encantado: "Agora eu amo o milho", pensou ele.
A pamonha, bela e maravilhosa, dirigiu-se a ele com firmeza, confrontando a sua orientação de forma direta.
Ele, em seu monólogo interior, ficou perplexo com a beleza do alimento e aceitou o chamado daquele sentimento, mesmo ciente de sua própria identidade. Timidamente, gaguejou ao cumprimentá-la.
A pamonha voadora, no entanto, declarou que podia sentir a afinidade entre eles mesmo à distância de 8.970 quilômetros, identificando-se com ele de imediato.
Naquele instante, o jovem percebeu que estava perdidamente apaixonado. Admirado, expressou o quanto a pamonha era extraordinária.
A pamonha, outrora alvo de rejeição por parte dele, respondeu com afeição, elogiando-o de volta e compartilhando um momento de descontração cúmplice.
O rapaz hesitou, ponderando se deveria ou não convidar a pamonha para ir até a sua residência. Diante da timidez, ele corou intensamente, demonstrando total vulnerabilidade.
Do outro lado, a pamonha também manifestou o seu desejo profundo, consolidando a atração mútua entre os dois.