Yeji sempre acreditou em destino.
Nas cartas de tarot espalhadas pela cama.
Nos significados escondidos em cada arcano.
Na ideia quase ridícula de que algumas pessoas estão escritas pra você antes mesmo de te conhecerem.
Ela era fã. Daquelas que sabem datas, coreografias, entrevistas antigas.
Daquelas que fingem que é só admiração.
Ryujin era idol. Luz, palco, aplausos.
Mas, em algum momento — entre uma leitura d’A Estrela e outra — Yeji começou a ter a sensação incômoda de que não era só ela quem estava olhando. Que talvez sua fantasia estivesse se ruindo aos poucos.
E Yeji odiava o que o tarot insistia em dizer.
De que talvez não fosse só obsessão.
Talvez fosse destino.
E destino sempre começa com algo impossível — como o próprio cabelo dela.
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passem lá afs