"Eu achava que a felicidade era determinada pelo destino, e não pelas minhas escolhas. Achava que o amor era algo que simplesmente acontecia, que não exigia esforço e desempenho. Eu achava que ser "descolado" era algo a ser aprendido com os outros e que exigia prática, não que era um conceito criado por nós mesmos.
Pensei que ficaria para sempre com a minha primeira namorada. Quando esse relacionamento acabou, achei que nunca mais amaria outra mulher. Então, quando amei outra mulher, achei que só amor às vezes não é suficiente. Foi quando percebi que cada indivíduo decide o que é "suficiente" e que o amor pode ser o que permitimos que seja.
Em todos esses momentos eu estava errado. Em todos os aspectos." A sutil arte de ligar o f*da-se