Liana é uma princesa perdida em um naufrágio na infância, mas o que ninguém sabe é que ela foi acolhida e cresceu numa ilha. Muito tempo depois, o príncipe Antônio descobre esse lugar e convida Liana a aventurar-se pelo mar. Ela se depara com...
-"Posso te perguntar por que esta de roupa de baixo?"- disse o príncipe sem jeito.
-"Eu tirei o espartilho e corri. A rainha vermelha me dá calafrios..."- Ela respondeu.
Ele franziu a sobrancelha estressado.
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- "Só podia ser a Adriana! Eu não sinto verdade nela. Quando as pessoas mantêm fingimento no reino, isso é notável".
Antônio queria muito ajudar Liana, não sabia bem como fazer isso. Porém estava disposto a enfrentar a desaprovação de quem fosse, para ficar ao lado dela. Nesse momento os guardas do palácio já devem estar a sua procura, mas ele não estava preocupado.
- Pegue isso por favor.
O príncipe estendeu sua capa para Liana se cobrir durante o passeio.
Ela aceitou e se cobriu, a manta aquecia todo o corpo de Liana, assim como seu coração. Já estava ficando quentinho, com a presença de um certo príncipe. Os sorrisos que demonstrava sem perceber, era de apreciação por ele.
Antônio:-"Você se importa de eu te chamar de Lia? Ou é muito cedo pra isso? "
Liana:-"Por mim tudo bem".
Antônio:-"Então Lia, já estamos chegando ".
Ela o ajuda a passar pelos arbustos , um muro verde feito de plantas, já que eles pegaram um atalho por trás do jardim do castelo.
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Uma vila bem cuidada, e com restaurantes para os visitantes do castelo. Tinha uma fonte, na praça central, que acreditavam ser mágica, segundo uma lenda passada de geração em geração. Entretanto, de acordo com essa lenda, apenas uma pessoa com o coração puro, poderia fazer um desejo. Funcionava como turismo pela aldeia. Apesar de ser simples, escondia vários tesouros perdidos. Os moradores eram simpáticos, e muitos ajudavam no palácio. O rei sempre fez questão de ter a participação dos camponeses, secretários, guardas, cavalheiros reais, a maioria viviam na vila.