Cumplicidade, esta é palavra que pode-se usar para definir a vangloriosa e temida COMPLICITY, a gangue que controla Los Angeles. Ele passou os últimos 4 anos da sua vida, roubando, traficando e matando junto com seus 3 cúmplices, mais sua gangue. E...
"Fala cara, então..." Era o Vinnie no telefone, ainda não tínhamos saído do club são 2:57 da manhã, ela ainda tá aqui, mas está sozinha, está sentada no bar, por incrível que pareça ela não está bebendo apenas olhando. — "O que conseguiu?" — "Se chama Diana Carolina Grace Smith, nasceu no Brasil, se mudou para LA hoje, veio fazer faculdade, medicina, perdeu a mãe a quatro anos, tem um irmão, o pai dela, sem pai, apenas um irmão mais novo.
— "Quando saímos do club ouvimos algumas das amigas dela, falando que deseja o melhor para ela e espera que ela supere tudo e que se pudesse mataria alguém do sexo masculino, também faz medicina, ela está morando sozinha, foi o que consegui descobrir, mano!" — "Valeu irmão, já é o bastante e já explica muita coisa, eu vou indo acabou de começar uma tempestade, já chego por aí!" —
John fecharia o Club, eu notei que ela saiu correndo, que garota estranha, estou indo para o carro. — Estava no caminho para a cobertura e quando olho para o lado, vejo pela janela, a garota nova, ela estava correndo, dançando e sorrindo muito. Dei um sorrisinho achei aquilo estranho. Eu a acompanhei até o prédio com o carro, ela não percebeu, se fosse um sequestrador já teria pego ela. Não que eu não seja.
Estacionei o carro, quando entro no salão de entrada, ela acaba de chegar, ela estava totalmente molhada, ela tremia os lábios mas expressava felicidade, ela carregava o salto nas mãos, acabamos dividindo o elevador, enquanto a porta está fechando, o celular dela toca. "Alô, estou bem, eu vou ficar bem, eu sempre fico, eu fui a um Club muito bonito, voltei na chuva foi ótimo, eu estava me sentindo épica, aproveita aí, nós merecemos um pouco de diversão! Ryan, está tudo bem, tudo bem, nós vamos ter outro dia, para começar de novo, não sei como, não sei porque, mas sei que vou tentar e você deveria fazer o mesmo..." Ela ainda estava no telefone eu fingia mexer no meu mas ouvia tudo.