Capítulo 8

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Izuku {on}

Eu estava tranquilo revendo as fichas dos pacientes e anotando algumas coisas enquanto tomava café, haviam se passado 2 semanas depois que eu fui na U.A. falar com Nezu sobre trabalhar na U.A.

Continuo meu trabalho até a porta ser aberta pela minha linda princesa, Eri que entrou toda sorridente com seu lindo vestido vermelho que lembrava um suspensório, uma camiseta branca com bolinhas vermelhas, meia calça branca e sapatos com fivela preto.

Continuo meu trabalho até a porta ser aberta pela minha linda princesa, Eri que entrou toda sorridente com seu lindo vestido vermelho que lembrava um suspensório, uma camiseta branca com bolinhas vermelhas, meia calça branca e sapatos com fivela p...

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Ela entra sorrindo até que o Katsuki entra junto, onde manda minha felicidade para a vala.

Eu: Eu já falei Katsuki, eu não vou nessa coisa! - minha paciência está que nem minha vida, acabando.

Essa puta raivosa esta me enchendo o saco dês da semana passada, falando que eu tinha que ir nessa merda de reencontro de sala.

Katsuki: PORRA, TODO MUNDO VAI, ENTÃO VOCÊ TAMBÉM VAI!!!

Eu: Já falei que não - olho para ele sério o que o faz tremer - e olha o que vc fala na frente da minha filha!

Hoje é o dia, e ele ainda está tentando me convencer, eu não vou nessa merda, naquela merda ninguém se importa comigo por lá, k7.

Eu: Ninguém naquela coisa jamais se importou comigo, agora que eu literalmente sumi da vida deles eles se importam!!!?

Solto um risada com isso encarando Katsuki com uma de minhas sobrancelhas arqueada, mãos na cintura e raiva.

Minha filhinha linda sai da sala e provavelmente foi na Rei-san, sei que elas se dão super bem e hoje era dia de visita para ela, então acho que está tudo bem.

Eu ainda estava de pijama, preguiça de me trocar, e ele vem estragar meu dia com essa merda que estou recusando a 1 semana!

Eu: Ainda tenho que terminar meu trabalho, não vou nessa merda nem que me arrastem.

O pessoal curioso do hospital passava lentamente escutando a briga, bando de desocupado, deveriam ser mais profissionais, mas não, preferiram ficar aqui, bando de curioso.

Katsuki: Eu te faço katsudon por 5 meses se você for - ele diz frente a frente comigo, com um sorriso sínico e olhar superior.

Eu: Filho da minha tia, desgraçado - viro as costas e ando em direção ao meu armário - é bom você cumprir essa merda de promessa, se não enfio uma agulha agulha de elefante na sua testa que vai sair pelo outro lado da sua cabeça.

Termino de pegar minhas roupas e vou em direção ao banheiro, escrevo rapidamente um bilhete antes né e deixo na mesa.

1 HORA DEPOIS

De banho tomado, cabelo seco, com uma muda de roupas qualquer peguei, meus documentos, celular e minha querida e amado cartão de acesso.

De banho tomado, cabelo seco, com uma muda de roupas qualquer peguei, meus documentos, celular e minha querida e amado cartão de acesso

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(Sem a mochila)

Eu: Pronto, agora vamos nessa merda lo-

Paro de falar ao escutar a comoção no lado de fora, no qual olho e vejo uns médicos, enfermeiros, enfermeiras, médicas e pacientes anotando algo tirando foto e logo indo embora, alguns que ficaram babando.

Eu: Ok.... - olho para Katsuki no qual só estava vermelho, mas logo volta ao normal - vamos?

Katsuki: V-Vamos - ele anda até mim, me puxando pelo pulso até o lado de fora do hospital, e logo depois da escola, no qual ficamos o caminho todo até o restaurante que marcaram de ir.

20 MINUTOS DEPOIS

(Desculpa pelas quebras de tempo)

Chegamos no restaurante, é no estilo oriental tradicional.

Adentramos o local e falamos nossos nomes.

Katsuki: Katsuki Bakugou - disse para a atendente.

Atendente: A sim, seu nome está na lista - ela olha para mim e arregala os olhos - ai meu Deus, Dr;º Deku, eu sou muito sua fã - ela estava sorrindo, parecia que suas bochechas iriam se rasgar de tão largo o sorriso - a-a, desculpa, poderia me dizer seu nome?

Eu: Izuku Midoriya.

Atendente: Bem, vejamos... - ela arregala um pouco os olhos - o s-seu nome está registrado como deku s-senhor.

Não fico surpreso, esperava isso vindo deles.

Katsuki: *Esses bastardos* - escuto ele sussurrando com raiva.

Eu: Obrigada senhorita, não precisa ficar assim.

Eu iria sair com o Katsuki mas ela me chama rapidamente.

Atendente: B-Bem... - ela estava meio vermelha - poderia tirar uma foto comigo, por f-favor...

Eu: ....Pq não né - vou para o seu lado, porra, ela é da minha altura - ok, 3, 2, 1...

Ela tirou a foto, me agradeceu toda feliz, que fofa e voltou a atender os clientes.

Katsuki me arrastou até a reserva da nossa sala, que por incrível que pareça, era uma sala grande reservada só para nós.

Katsuki: Chegamos seus extras.

Adentramos o local, com Katsuki ainda me arrastando, onde todos olharam para mim, bando de vagabundos.

Eu: Tão olhando o que, perderam alguma coisa na minha cara - "ando", para não dizer estou sendo arrastado, com o Katsuki até 2 acentos, um ao lado do outro.

Alguns me olhavam com nojo, outros vermelhos e alguns, maioria, triste, o pior era que nem todos estavam lá, só eu, o Katsuki  e mais 10, e vê que comigo e o Katsuki eram 30 alunos.

(não tenho necessidade de dar nomes, então colocarei como aluno 1 a aluno 10)

Nos sentamos e ficou um silencio irritante, gostaria de fumar para mandar o estresse pro lixo, mas quem disse que eu posso.

Aluno 1: E-Então Deku, como vai a vida? - ele/ela estava nervoso/a.

Aluno 2: Deve ta uma merda do jeito que ele é inútil - alguns começam a rir, uns de babacas, outros forçados, mas tbm tinham os que não riram, já Katsuki...se olhar matasse ele/ela já estaria morta/o.

Eu: RESPONDENDO! - sim, eu gritei - sua pergunta, está "ótima", é "ótimo" andar pelo hospital e presenciar mortes todos os dias, cirurgias, doentes, pessoas com o pé na cova, etc. - termino sorrindo para a pessoa que se calou por completo.

Aluno 3: D-Deve ser só um enfermeiro inútil de lá. - ele começou a rir o que ninguém acompanhou dessa vez.

Eu: Hum... - todos ficaram em um silencio desconfortável.

Um garçom entrou na sala com os pratos e logo os deixando devidamente em seus lugares, até que ele coloca o meu em minha frente um Katsudon sendo que eu não pedi nada.

Eu: Me desculpa senhor mas eu não- parei de falar até reconhecer a pessoa a minha frente - PQP NÃO ACREDITO!!! - pulo de meu assento animado e abraço a pessoa em minha frente, o que faz aqui....


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