não poderia dizer não
então digo talvez,
e danço com uma saia flutuante igual cortina
quando o vento passa, e desejo saber teu nome
ó, estranho conhecido! quem dera soubesse onde tu te encontras, onde jazes
teu coração, tua face, tua semelhança
se no espelho que as águas naturalmente o fazem
ou no reflexo que cintila os talheres de prata
sob a mesa
e o chá que quer falar-me do futuro
o espelho do banheiro,
quando o encaro
todas as manhãs
e decido de fingimento quem será que serei.
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JASMINE
Poëzieestou enamorada de minhas paixões. e nem todas cintilancias febris se compõem unicamente pelo gosto do amor e da fruta mordida da paixão; mas por um momento, por uma eternidade, me parece que haverá felicidade na ponta do polegar somente se encontra...
