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Pov's S/n

— Cadê a galera, pirralha? – com uma coxa de frango na mão e a boca suja, ou ser brotou na sala usando apenas uma bermuda. 

Nem Ihe respondeu nada, pois finalmente os dias antes se passado e minha menstruação havia ido embora.  Já estava a subir paredes, só por sentir o corpo quente desse idiota por trás do meu, nas noites frias que dormimos juntos.  Corri rápido até mesmo, pegando impulso e pulando nele que jogou a coxa longe e me segurou pelo bumbum, após eu ter enlaçado minhas pernas em volta de sua cintura. 

Manjiro atacou meus lábios, me dando um beijo afoito e selvagem, nos guiando até o sofá atrás de mim, sem nosso corte contato. 

— Não tem ninguém aqui. – entre o beijo avisei, quando ele se sentou comigo ainda em seu colo no estofar. – Me fode ... Por favor, por favor. 

Quase chorei por ter sido torturante ficar ansiando por ele há dias, tanto que isso me fez discutir como mesmo do nada diversas vezes. 

— Relaxa, de hoje não passa, amor. 

Meu coração soltou faíscas, só de ouvir ele me chamar assim pela primeira vez, e não, de pirralha como de costume. Deve ser o calor do momento, mas é estranho ter Manjiro como namorado, já que o moreno vive variando de humor e sempre está sacana, pervertido ou palhaço.  Fofo? Poucas vezes, pois o cara é um absurdo de irritante, bruto e irônico.

Voltei minha atenção a Manjiro que, pendeu a cabeça para trás, quando eu desci meus beijos por seu pescoço, mordiscando, lambendo e beijando sua pele sensível, fazendo ele se arrepiar. Dei um chupão em seu pescoço deixando uma marca no local, recebendo um apertão em minha bunda como sinal de que ele gostou.

Manjiro puxou a barra do meu vestido e eu levantei os braços para seu trabalho facilitado. Ele jogou o vestido em um canto qualquer, sorrimos um para o outro e seu olhar parou em meus seios, salivando em vontade de chupar eles.

Suas mãos foram rapidamente para o fecho do meu sutiã, fazendo meus seios saltarem para fora, os olhos dele se prenderam nesta parte do meu corpo. Não aguentando mais, moreno umedeceu os lábios antes de pôr na boca o máximo que conseguiu fazer meu seio esquerdo, ele sugava como um bebê faminto. 

Segurando em seu ombro joguei a cabeça para trás, esfregando minha intimidade no sexo dele que já estava mais que duro.  E, para provocar, gemi manhosamente. Puxei seu cabelo e tratei de Ihe dá um beijo rápido, me levantando do seu colo, ele olhou confuso sem sentido, mas, quando ajoelhei-me na sua frente puxando sua bermuda junto com um boxeador, ele entendeu onde eu queria brincar primeiro. 

Sorrindo, segurei seu membro e apertei entre meus dedos, antes de passar a estimular sua grossura. Observe se seu abdômen se contrair devido a isso e seu rosto ganhar uma expressão safada. Alcançando sua boca, passei a língua por seus lábios antes de o beijar novamente, sem parar de masturbar.

— Vai me chupar de novo, garotinha? – perguntou com um sorriso malicioso, assenti com a cabeça, sentindo suas veias sobressaltarem quando apertei seu membro. 

Ele ficou tão surpreso com meu ato que nem disse mais nada, ficou apenas com um sorriso sacana como de costume que, neste momento não veio a me irritar, e sim me dá mais tesão.

Lhe lancei o olhar mais provocativo que podia, inclinando meu corpo para frente, chegando minha boca bem perto de seu membro, passando levemente minha língua por suas bolas, indo para a base de seu membro e subindo lambendo por centímetro seu, quando minha língua tocou  sua glande, o moreno soltou um gemido profundo que me excitou mais ainda.

— Chupa logo, S/n! – ordenou com a voz rouca, não aguentando essa espera. 

Envolvi sua glande com meus lábios, deslizando a boca aos poucos por seu comprimento, Manjiro suspirava arrastado, então decidi parar com a tortura e chupa-lo de vez. Ele jogou a cabeça para trás apoiando no encosto do sofá, fui engolindo seu membro pouca, sentindo o bom gosto do homem sentado a minha frente. 

𝐕𝐢𝐳𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐁𝐚𝐫𝐫𝐚 𝐏𝐞𝐬𝐚𝐝𝐚 - [Concluida]Onde histórias criam vida. Descubra agora