Kim Taehyung é um rapaz fofo e ingênuo, que vive com o seu tio e sua irmã mais velha em uma pequena aldeia. Taehyung tenta se aproximar do filho do líder do clã que demostra ser uma pessoa fria. Com a próximação, Taehyung não só consegue a amizade d...
O jovem mestre permaneceu em silêncio por um breve momento até eu tentar me aproximar.
— Não se aproxime ( se afasta)
— Tudo bem ( suspiro) eu sei que você não é de falar muito, mas...
— Por quê insiste?
— Em quê?
— Em querer uma amizade comigo. Não têm medo de min?
— Claro que não. Porque eu teria medo de você? As vezes as pessoas não é o que demonstram ser.
— Você sabe que não podemos ser amigos.
— Por quê?
O príncipe vira as costas para min e sai por entre as pedras da pequena cachoeira. Ao retornar para casa, vi várias pessoas em frente ao palácio. Me aproximei do meu amigo que também estava junto às pessoas.
— O quê está acontecendo?
— Tae, é minha chance!
— De quê, Jimin?
— O rei mandou anunciar, que todas as mulheres ou homens de 18 a 20 anos comparesecem ao palácio, pois o príncipe vai escolher com quem ele irá se casar.
— Qual dos príncipes?
— Com o principe Jungkook!
— Ah! Por isso ele não quis ser meu amigo.
— Você não vai, não é?
— Não. Não quero compromisso agora ( rir sem jeito)
— Então tudo bem. Agora fique quieto, que o general irá falar.
— Atenção todos os jovens da vila! Daqui a 2 dias irá acontecer a escolha da noiva do príncipe Jungkook, todos devem comparecer. Mas o príncipe não vai ver suas faces, porque vão está coberta por um véu. E lembre-se a moça ou o rapaz devem ser virgem!
— Esperei o tempo todo por isso!
— Tenho pena do príncipe Jungkook.
— Tenha pena de min! Eu vou ter que competir com o vilarejo todo.
A noite pelos arredores do palácio...
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Eu estava caminhado apenas com a companhia da lua que iluminava todo o corredor do majestoso palácio avistei novamente, Jungkook, e o vi meio cabisbaixo olhando para as estrelas.
— Oi!
— ( suspira) o que faz aqui?
— Eu sinto muito. Não é fácil casar com quem não amamos.
— É o meu dever. Não há nada que eu possa fazer, apenas aceitar... você vai está lá no Palácio?
— Não. Porquê?
— Seria mais fácil para min, pelo menos você me conhece.
— Iria me escolher?
— Talvez.
— Se você quiser eu posso te ajudar.
— Como?
— E se eu for, você vai me escolher?
— Será impossível te recolhecer. Todos estarão aparentemente iguais.
— Mas eu posso usar um acessório diferente, aí você me reconhecerá.
— A troco de quê você está me ajudando? ( crusa os braços)
— Bem, meu tio está pegando no meu pé também.
— Tá certo, uma mão lava a outra.
— Pois é. Vamos fazer um seguinte: eu vou com um bracelete de pérolas, aí você me reconhecerá.
— Não. Pode ter mais de uma pessoa com um igual ao seu... toma ( Ele tira um anel do dedo e entrega para min) ficará mais fácil eu te recolhecer.
— Tudo bem.
Em casa:
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Estranhamente eu estava no quarto, olhando constantemente o anel em meu dedo que o príncipe havia me dado mais cedo. Jay entra sem bater na porta.
— Oi!
— Aí! Que susto!
— Quem te deu isso?
— Ninguém ( esconde o anel)
— Tudo bem. você vai na cerimônia?
— Vou. O tio está me cobrando muito, por conta desse casamento.
— Ele quer que tenhamos uma boa vida. Bem, agora eu vou dormir. Te vejo amanhã. Boa noite!
— Boa noite.
Fiquei mais alguns minutos sem acreditar no que aconteceu, mas depois eu peguei no sono.
No outro dia:
Hoje todas as mulheres e rapazes, vão pegar o véu escolhido pelo governador do Palácio.
— O que você está fazendo aqui? Você falou que não viria.
— Mas eu vim.
— Então fique sabendo, que se ele te escolher, não somos mais amigos.