capítulo 23

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Andando pela floresta a noite, eu tentava achar o caminho que me levaria para casa, durante horas eu andava e andava mas parecia que eu andava em círculos...
Me sentei em uma pedra e observei as poucas estrelas que surgiam no céu.
Um barulho de máquina começou a se aproximar de mim, as árvores ao redor tremiam e até eu, parecia balançar na pedra.
Conforme o barulho de aproximava, eu conseguia ver uma cabeça de metal, até que um robô apareceu diante de mim
Sua armadura era grande e larga, seus braços são finos e ele tem uns amassados no que seus sua barriga. O robô me olhou e tentou se comunicar comigo, sua voz parecia um disco arranhado.
Eu disse a ele que não entendia o que ele dizia, então o robô parou, pigarreou, e repetiu novamente mas devagar.
Continuei sem entender o que ele dizia, mas decidi apenas concordar. Ele esticou o braço e me pegou no colo, me colocando em seu ombro.
Andamos pela floresta e ele falava animado e gesticulava alguns momentos de bravura, pelo menos é o que eu acho.
- Sério?    ...    nossa    ...   entendi. - era o que respondia.

Contos Perdidos volume 1Onde histórias criam vida. Descubra agora