Por quase dez séculos, dois vampiros anciões guerreiam entre si deixando um rastro interminável de destruição, sangue e vingança. No meio desse vendaval, um novo despertar trará a vida nessas eras atuais, uma moça que mal sabe sobre sua vida, e muit...
Estávamos ali nus, deitados e contemplando uma coisa que nós dois nunca mais iríamos poder sentir novamente em nós... A luz do sol.
Abraçados ali, ele me olhou e colocou o rosto próximo do meu e fechou seus olhos. Eu me aconcheguei mais em seu peito. Olhei um raio de sol que descia pela fresta bem próximo de nós. Aquilo era tão lindo e tentador... aproximei minha mão devagar e quando ia colocar a ponta de meus dedos para sentir o calor, ele rapidamente pegou minha mão e colocou sobre seu rosto, como se quisesse que eu o desse um pouco de carinho. Foi o que fiz. Acariciei o rosto dele devagar, bem levemente. - não faça isso. - Eric falou enquanto me olhava calmante. - desculpe. É que... as vezes sinto falta de senti-la. - eu sinto o mesmo. Mas não podemos Ligi. não mais. Suspirei pesadamente e fechei meus olhos.
Ele passou as mãos também levemente no meu rosto, e foi aos poucos, descendo por minhas costas e chegando na minha cintura. - Eric... isso é real? - perguntei baixo apenas em um sussurro enquanto nos olhavamos entorpecidos depois do nosso momento íntimo. - do que está falando? - isso...? Você...? nós...? - Pareço um sonho pra você? - é que desde que cheguei, você nunca me mostrou esse seu lado. - por que você nunca permitiu que eu te mostrasse. - como nós dois ficamos agora? De que jeito devo te olhar? - apenas se permita sentir e me deixe te mostrar. - vai voltar a ser o brutamonte de sempre quando voltarmos? - sempre! - ele falou e me olhou fundo nos olhos. Me virei de costas pra ele, pensativa. - Rsrs deixa de birra Ligi. - não! Você vai voltar a me tratar mal de novo! Ele me virou de volta pra ele e sorriu levemente. - não com você, sua careta marrenta! Ele me beijou sutilmente. Me abraçou e eu me confortei no peito dele novamente. Parecia que estávamos tendo um dia de folga de tudo o que nos afligia. Dormi um pouco e acabei sonhando com alguma coisa.
"Vi uma pequena criança correndo na direção de Lisandro. De repente, apareceu uma mulher e levou a criança embora. Um eco distante ficou na minha cabeça. - Ligeia minha filha, fuja!"
Me levantei de uma vez, Assustada. Não vi Eric do meu lado. - Eric? Ele não me respondeu. Alguns segundos depois, Eric apareceu com uma espécie de pássaro morto. Ele jogou o animal no chão e me olhou engraçado. - o que foi minha careta? Pensou que eu tinha ido embora? Rs - engraçadinho! Mas, como você... - como consegui pegar esse pássaro a luz do dia? Ah, ele só estava dando sopa aqui em cima. Foi fácil. - tudo bem. - se alimente. Precisa recuperar suas forças. - eh. Você retirou todas elas. Mas obrigada. - falei e o olhei dando um sorriso no canto de meus lábios. - quer que eu retire mais? - agora não, estou faminta! - aproveite enquanto está quentinho. Olhei o pássaro e meus olhos ficaram vermelhos iguais a dois lindos rubis.
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E em um impulso violento, meus caninos agora pontiagudos, entraram de uma vez no pescoço do animal.
Alguns minutos, me levantei e o olhei com a minha boca suja de sangue. Eric pegou o animal e o jogou do lado de fora, e veio até mim. Passou a língua pelo meu rosto e desceu para o meu pescoço. Eu o empurrei contra a parede e desci distribuindo beijos por seu abdômen sarado e cheguei no seu membro já rígido, o dando prazer logo em seguida. Eric pegou nos meus cabelos e segurou firme com as mãos enquanto suspirava, eu o estimulava. Depois de uns minutos, subi e o olhei passando o dedo nos meus lábios sensualmente. Depois, ele rapidamente se encaixou em mim. começou devagar e depois, foi aumentando o ritmo das estocadas, me deixando completamente entregue.