Algum lugar na Antártida
Missão: Águas Frias
14 de outubro de 1947/ 13:50
Reznov
Depois de dois anos, aconteceram muitas operações visando implantar o comunismo nos países, mas uma operação em especial foi a de Trotsky, na Espanha, onde tivemos que assassinar Leon Trotsky a mando de Stalin, gerando uma grande discordância entre a equipe.
Após essa operação, Azarias se aposentou do exército e foi ter uma vida normal no campo. Foi um grande companheiro e tudo que sei sobre ele é que se casou e teve um filho.
Nossa equipe estava indo para a Antártida, para achar o projeto "Nova 6" dos alemães, que conseguimos através de um informante. Ele dizia que um navio partiu da Alemanha para a Antártida antes da guerra, mas ficou encalhado numa geleira e agora havia se tornado um centro de pesquisa e armamento nazista. Nossa missão era recuperar o recurso, eliminar todos os soldados remanescentes e resgatar o informante que estava no local.
Estávamos sobre um mar de gelo. Descemos de nossas embarcações e prosseguimos a pé — maldita tempestade, frio da desgraça. Após muito preparo, desembarcamos todas as tropas, desde tanques e caminhões até pessoas. Tínhamos cobertura aérea, pois um porta-aviões estava nas redondezas, mas, por conta da tempestade, os aviões não podiam decolar. Dragovich pediu que toda a 145 se reunisse para uma reunião, no meio da tempestade — esse cara... era maluco:
Dragovich: Vamos seguir em frente, temos que achar alguma presença inimiga! Vamos dividir a Força-Tarefa! Reznov, junte um esquadrão para ir até a área onde nosso informante está escondido, depois solte um sinalizador. Iremos atacar quando o vermos no ar, positivo?
Reznov: Sim, senhor! Serguei, Andrei, Dimitry e Kravichenco, vamos encontrar o informante! Vamos lá!
Fomos encarar aquela tempestade forte. Cerca de 900 km depois de andar em linha reta, conseguimos localizar a residência alvo. Havia duas casas apenas, mas com um caminhão e dois carros atolados na neve. Vimos dois homens saindo da casa à direita com fuzis — obviamente, não era quem estávamos procurando. Pensei em dividir a equipe: eu, Dimitry e Andrei iríamos pela esquerda das casas, enquanto Kravichenco e Serguei iriam para a direita, cuidar da nossa fuga. Aí entraríamos e mataríamos todo maldito que apontasse uma arma para nós.
Reznov: Certo, vamos nos dividir em duas equipes. Kravichenco e Serguei vão pela direita cuidar daqueles dois vermes. O resto me segue, iremos resgatar o informante e matar quem tiver que matar.
145: SIM, SENHOR!
Fomos pela esquerda e perdemos a segunda equipe de vista após chegar perto da porta dos fundos. Vimos que era apenas um posto avançado, que protegia algo mais. Arrombamos a porta e atiramos nos dois guardas que estavam lendo livros e documentos. Um terceiro homem apareceu de outro quarto, mas antes do nosso esquadrão atirar nele, alguém atirou — seria Kravichenco? Ou nosso informante? Era o Doutor Friedrich Steiner.
Steiner: Como vai o meu cão russo favorito?
Reznov: Olá, desgraçado! Creio que você é o informante que estamos procurando?
Steiner: Sim, sou eu. Agora dá para disparar o sinalizador? Tenho assuntos a resolver com Dragovich.
Reznov: Certo, Andrei! Fala para o Kravichenco atirar o sinalizador!
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Dark Wars (Gramatica corrigida)
FanfictionMikhail Azarias Romanov era um jovem que ouviu os contos de guerra do seu pai, ele havia lutado na grande guerra e na guerra civil russa. Mikhail se alista e entra para a força tarefa 145 respondendo diretamente a Stalin e a Dragovich, com a sua equ...
