𝐌𝐚𝐱 𝐌𝐚𝐲𝐟𝐢𝐞𝐥𝐝
Historia reescrita!
"Onde a irmã da Robin se apaixona pela ruiva de Hawkins"
É verão em Hawkins, e o recém-inaugurado shopping se torna o ponto de encontro favorito do grupo. Entre sorvetes, risadas e segredos, Onze, Kristy...
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KristyPoint of View
Acordei cedo na casa da Max, ainda com o sono pesado, mas determinada a me levantar. Max ainda dormia profundamente, enrolada nas cobertas, o rosto parcialmente iluminado pela luz que entrava pelas janelas. Suspirei baixinho, dei um beijo rápido em sua bochecha e saí do trailer, tentando não fazer barulho.
Enquanto caminhava pela rua, notei várias sirenes piscando perto à casa da Max. Carros de polícia e viaturas se aglomeravam na rua, com policiais conversando entre si e mantendo algumas pessoas afastadas. Meu coração deu um leve salto, mas respirei fundo e pensei: "Deve ser só mais uma idiotice do Eddie Munson." Ele sempre se mete em confusão, nada demais. Segui meu caminho, tentando não me deixar envolver.
Chegando à Family Video, encontrei Steve e Robin já organizando filmes e conferindo pedidos. Coloquei algumas caixas nas prateleiras e comecei a ajudar a registrar clientes. A rotina matinal da loja parecia tranquila, mas uma sensação estranha pairava no ar.
O computador da loja apitou, chamando nossa atenção. Robin clicou para abrir a notificação, e meu olhar se aproximou rapidamente da tela. A manchete era curta, direta e fria:
"Adolescente morre em circunstâncias misteriosas em Hawkins. Autoridades investigam o caso."
Meu estômago virou. — O quê? — murmurei, franzindo o cenho, sentindo uma pontada de preocupação.
— Não dizem quem... — Robin comentou, a voz baixa, enquanto olhava para a tela com uma mistura de curiosidade e apreensão.
Steve coçou a cabeça, confuso. — Hawkins nunca muda, né? Sempre algum absurdo acontecendo... mas isso parece sério.
Eu fiquei em silêncio, olhando para a manchete como se pudesse extrair alguma pista oculta ali. Meu instinto gritava que alguém que eu conhecia podia estar envolvido. O peito começou a doer de ansiedade, e senti a urgência de ligar para a Max, mas hesitei. Ela ainda estava dormindo, e eu não queria assustá-la à toa.
— Kris, você tá bem? — Steve perguntou, percebendo meu silêncio.
— É... tô — respondi, tentando soar calma, embora meu coração batesse acelerado. — Mas precisamos ficar de olho. Se for algum caso sério, pode ser alguém da nossa idade. Hawkins não é exatamente segura... — murmurei.
Robin assentiu, o rosto tenso. — É estranho eles não darem detalhes. Geralmente mencionam pelo menos a idade ou a escola.
Enquanto falávamos, senti minha mente voltar para Max. Ela ainda estava em casa, provavelmente dormindo. Um arrepio percorreu minha espinha. Algo dentro de mim dizia que essa manhã não seria tranquila, e que aquele aviso no computador era apenas o começo de algo pior.
— Vamos manter a loja funcionando, mas fiquem alertas — falei, tentando impor algum controle sobre a situação. — Se houver alguma atualização, precisamos saber imediatamente.