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DAISY-ANNE LAKES É UMA GRANDE COBRADORA
de fianças da grandiosa e iluminada cidade de Nova York. Junto de sua amiga Emma Swan, ambas se consideram uma dupla imbatível, me...
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CAPÍTULO UM ╱ FLORESTA ENCANTADA EM BUSCA DE UMA NOVA AVENTURA⠀〕
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Capuz Noturno estava procurando por sua capa escura desesperadamente, enquanto tentava, ao mesmo tempo, fazer o menor barulho possível.
─ Que droga! ─ murmurou baixinho, após falhar em sua busca.
A mulher se desequilibrou e se apoiou em uma das paredes que estava mais próxima de si. Ela apoiou suas costas e deslizou seu corpo abaixo, se sentando no chão. Capuz Noturno revirou os olhos, se arrependendo amargamente do que fizera poucos dias antes, e gemeu de dor, apoiando a sua mão esquerda, no mesmo lado, em seu quadril.
Capuz apoiou sua cabeça na parede e olhou para o teto, apertando seus olhos para tentar evitar a dor, o que não surtiu efeito algum. E o frio congelante do ambiente só piorava a sua situação. A Floresta Encantada estava enfrentando uma forte época de frio, logo após o comando do reino ter sido roubado por Rainha Má, ou Regina.
Após alguns minutos na mesma posição, a mulher se lembrou seu objetivo inicial, o que lhe deu forças "mágicas" e a fez se levantar - ainda que com dificuldade.
Capuz Noturno, já sustentada por seus próprios pés, olhou ao redor, tentando achar qualquer vestígio de sua capa. Segundos depois, como um fósforo que acabara de ser acendido, uma rápida memória invadiu sua mente:
─ Que droga, Chapeuzinho! ─ jogou seus braços para cima e resmungou logo após se recordar de que sua irmã mais nova havia pegado-o.
Capuz Noturno pegou o lampião que estava sobre a mesa de madeira e foi caminhando, na ponta dos pés, em direção ao quarto de Chapeuzinho Vermelho.
A mulher abriu a porta delicadamente com uma de suas mãos e adentrou ao local, onde pôde avistar sua irmã descansando e usando a sua clássica capa vermelha. O capuz estava cobrindo todo o seu rosto, como de costume. Chapeuzinho não vivia sem sua capa, nem mesmo dentro de casa, já que a avó obrigava-a a usar.
Capuz, perto da porta, ergueu o lampião para que pudesse ter uma boa iluminação e observou cada cantinho do cômodo com atenção. Assim que avistou sua capa, que infelizmente estava jogada sobre um cadeira de madeira qualquer, soltou um rápido sorriso.