.Capítulo 3.

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.Matteo.

Hoje eu iria fazer uma cobrança. O menino pegou emprestado muito dinheiro meu e não pagou, então eu iria cobrar com a vida, só que nessa madrugada ele se matou pulando da ponte. Infelizmente, o maldito morreu na hora.

(?)- Matteo, as informações do Arthur que você pediu.

(Matteo)- Pode se retirar, Vicenzo.

(Vicenzo)- Com licença, Matteo.

Vicenzo é o meu braço direito. Ele é o único que permito me chamar pelo primeiro nome, o único em quem confio como... eu poderia dizer até "amigo". Na ficha do maldito não tem muita coisa; o que me parece é que ele era estudante de medicina e estava afastado da família.

Vou folheando as fotos até ver uma menina.

Tem cabelos cacheados, pele branquinha e uma boca maravilhosa. Ela me chamou muita atenção.

Ligo para Vicenzo e peço que volte ao meu escritório.

(Vicenzo) - Sim? Matteo.

(Matteo) - Vicenzo, quero tudo sobre essa garota, pra ontem. *Mostro a foto dela para ele.*

(Vicenzo) - Mas por que? Matteo. *Ele já está me irritando.*

(Matteo) - Não interessa, só faça o que eu mandei ou vai ser sua cabeça que vai rolar.

(Vicenzo) - Com licença, *diz gaguejando de medo.*

E saio do meu escritório e volto ao meu trabalho. Depois de 10 minutos, alguém bate na porta.

(Matteo) - Entre! *Vicenzo passa pela porta com uma pasta e coloca na minha mesa.*

(Matteo) - Mandem colocar câmeras no apartamento inteiro. Quero várias fotos da mesma.

(Vicenzo) - Ok. *Diz, sentando-se em uma poltrona em minha frente.*

Ligo para a minha secretária e mando desmarcar todas as minhas reuniões da semana inteira, tanto da imprensa quanto da máfia.

(Mat­teo) - Vicenzo, mande preparar o meu jatinho. Vamos para o Brasil. Ele sai sem entender nada. Fecho o meu notebook e saio da empresa, pego minha Porsche e vou para a minha mansão.

Vou para o meu quarto, tomo um banho, faço minha mala e mando a empregada preparar um quarto para a minha escrava sexual e esposa.

Estou indo te buscar, minha esposa. Entro no jatinho particular a caminho do Brasil.

Ao chegar no Brasil, vou direto para o enterro do bastardo. Vicenzo me disse que ela iria ao funeral de Arthur.

Eu e Vicenzo estávamos um pouco longe de todos que estavam lá por causa do morto, até que vi a minha menina em meio às lágrimas, o que fez meu coração se apertar. O enterro acabou e ela foi embora. Eu a sigo até em casa. Assim que ela sai do carro e entra no prédio, vou para o hotel onde estou hospedado até voltar para a Itália.

Eu e Vicenzo estávamos um pouco longe de todos que estavam lá por causa do morto, até que vi a minha menina em meio às lágrimas, o que fez meu coração se apertar. O enterro acabou e ela foi embora. Eu a segui até em casa. Assim que ela saiu,

Vicenzo já tinha colocado as câmeras na casa dela. Eu também deixei dois soldados armados para cuidar de sua segurança. Assim que cheguei no meu quarto e peguei o notebook na mão, abri as câmeras de segurança e vi algo que fez meu coração disparar: ela estava se automutilando. Ela tinha vários cortes pelo corpo.

Agora à tarde, eu iria ver a minha médica, melhor dizendo, minha esposa, no trabalho. Eu chantageei o dono da clínica e, sendo assim, eu seria o seu único paciente. Eu irei para a clínica às 13:30 e pretendo ficar lá até, pelo menos, eu a levar para a Itália, onde a farei minha, seja por bem ou por mal.

Autora😊

Espero que estejam gostando .

.Matteo .

Matteo

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O Mafioso e a Suicida!Onde histórias criam vida. Descubra agora