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Luany 🌙.

Roberto: onde você tava? -falou assim que eu entrei em casa, puta merda- tu se manda pra não dar satisfação a mim ou sua mãe?

Suspiro me jogando no sofá e tampando o rosto. Meus pais são muitos liberais des da minha pré-adolescência! Mas se tem coisa que eles odeiam é desrespeito e sair sem avisar

Lua: eu fui na estrela da chatuba, mas tô viva po -fiz um legalzinho mas ele continuou me encarando

Roberto: você tava com o Dedé? -concordo lentamente vendo ele negar- tu sabe o caralho de diferença de idade de vocês? Papo reto tô no ódio com você. Várias moleques aí nessa porra

Lua: aí me poupe do seu sermão -falei sem pensar e logo abro mó olhão percebendo a merda que falei

Roberto: você não sai da porra dessa casa essa semana! Eu quero provas que tu sai dessa casa -apontou- respeito vem em primeiro lugar sempre! Quero que você me peça algo

Ele virá às costas pra mim indo direto pra cozinha e eu subo pro quarto batendo a porta na maior força

Roberto: quebra porra -escuto ele gritar e reviro os olhos indo tomar banho

🌙....

Passeio pela casa pela quinta vez já por conta do tédio, bufo me jogando no sofá cansada de estar em casa.

Eu já tinha terminado de fazer meus deveres do técnico e já tinha mandado pro professor. O que o tédio não faz?

Minha mãe e meu pai foram não sei a onde por aí, e me deixaram trancada nesse calabouço que chamam de casa

Olho para porta da sala que é aberta e logo meu campo de visão é preenchido pelo Dedé que olha diretamente pra mim

Dedé: aí é você que eu tava atrás -veio entrando, quem deixou?! - sabe da Manu?

Lua: eu tô trancada em casa, não posso sair por nada! Se acha mesmo que eu sei algo? Ela deve estar na tia dela po -ele nega olhando pra algum lugar

Dedé: ela não voltou da tia dela des de ontem.., desapareceu total -falou com uma feição preocupada

Lua: o ig..? -ele nega- ninguém sabe dela? Como assim cara

Dedé: ig deixou ela na casa da tia ontem de tarde, ninguém do morro viu porra nenhuma  -fala sério- vou na boca ver esses bagulhos

Dou os ombros sem me importar muito mas ele para e fica me olhando da porta mesmo, ele me olha em uma intensidade me fazendo arrepiar

Lembro de nos dois ontem na estrela e dou um sorriso involuntário vendo ele vim na minha direção

Lua: tu não ia na boca homem -ele negou chegando mas perto- isso não vai acabar bem..

Falo sendo puxada pela mão para ficar em pé, sinto ele passar seus cavanhaque no meu pescoço e estremesso

Dedé: se entrega pro erro então -falou sugestivo apertando minha cintura- hum?!

Lua: aos seus comandos -falei umedecendo os lábios e ele deu um sorriso de lado

Dedé: sem pressa.., só aproveita -falou baixo beijado meu pescoço

Ele muda de posição comigo e se senta no sofá me puxando pro colo dele. Ele começa a me beijar de uma forma lenta e gostosa pra caralho

Dedé aperta minha cintura fazendo que nossos corpos se aproximem mais um do outro, jogo a cabeça pra trás quando sinto ele apertar meu peito com uma mão

Por eu tar de pijama ele conseguiu facilmente acesso a minha pele, faço movimentos lentos em cima dele sentindo um relevo de baixo de mim

Ele volta a mordiscar e beijar meu pescoço e vai descendo até meu peito. Que homem do caralho!

Meu corpo se arrepia todo com os seus toques em mim

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