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- Talibã 🎈

Do nada eu inventei de vim com o Preto no salão onde a Victória e a minha futura mulher trabalha, ia vim só pra atentar elas mesmo, porém quis me cuidar um pouco, coisa que eu faço lá na barbearia, mais o que um idiota apaixonado não faz pra ver sua amada?!

Olhei para Tainá que está de costa separando a tal pinça, ela é gostosa pra caralho, cabelo que agora está preto batendo na cintura, bunda grande, coxa grossa, peito médio, olhos preto, boca carnuda e muito gostosa de beijar.

Eu e minha Tainazinha já ficamos, quase mais quase namoramos, porém eu vacilei de não contar cem por cento da verdade e ela descobriu. Me arrependo muito, pô eu era casado mais não era tá ligado? Era um relacionamento que nem eu e a mina era afim, era um tira carência nas horas vagas, tanto eu como ela ficava com outras pessoas e geral sempre foi ciente disso. E quando eu tava com a Tainá, eu não tocava em outras por respeito a ela.

Só a Tainá que é difícil, ela é aquela mulher foda independente que não acredita nas coisas que os homens fala, e ela realmente não acreditou em mim.

E eu como mais um cara apaixonado nesse mundão, sofri pra caralho, passei dias e dias sem dormi pensando o que fazer pra ela acreditar em mim, eu tentei uma vez e ela continuou na mesma, ai foi onde eu comecei a descontar nas drogas, maconha e cocaína eram as principais. Desses surtos pra cá eu estou mais tranquilo.

Porém vou continuar atrás dela, até ela me querer de volta, ela vai ser minha de novo, e eu não estou pra brincadeira.

Tainá ; Pode parar de me olhar assim - nego com a cabeça.

- Jamais, tu é gostosa de mais mulher.

Tainá ; Eu sei, teus amigo sempre fala isso - pronto foi o suficiente pra mim fechar a cara.

Que ódio do caralho, mais eu vou fazer o que? Nada, vacilei e agora tenho que aceitar quieto como ela sempre fala.

- Não quero ter que matar ninguém, você sabe - sorrir cínico para ela que me olhou com deboche.

Tainá ; Hahaha que piada engraçada, aqueta o rabo aí emocionado, e deita aqui - apontou pra uma espécie de maca com luvas e uma pinça e navalha na mão, olhei estranho para ela - Relaxa cara, vou te matar não.

Vic ; É sarnento, mais bem que devia Tai, sabe você ia fazer um favor pra mim, odeio esse cara. - disse rindo e me abraçando por trás.

É engraçado por que eu pareço um poste perto dela, enfim minha pinscher.

- Eita como essa nanica me odeia - sorrir debochado e ela me soltou olhando para mim indignada, ela odeia quando é chamada de nanica, mais eu tenho culpa que ela não cresceu e nem cresce?

Vic ; Eu sou dá paz capeta, não vou me estressa com você - nem esperou eu responder simplesmente saiu jogando o cabelo.

Metida, nanica, anã de jardim, pinscher...

Tainá ; Deita logo porra - disse sem paciência, amo estressa ela, fica tão linda.

- Calma minha vida - disse deitando no bagulho

Ela virou de costa revirando os olhos e eu tive a visão privilegiada daquela raba maravilhosa, sorri de lado lembrando dela de quarto na minha cama.

Vic ; Tu se liga hein, fica ligado - disse alto e todo mundo deu risada.

- Otaria - ela mandou dedo, retribuir o ato.

Tainá ; Pode começar? - perguntou sorrindo, e que sorriso meus amigos, viajei legal agora ‐ TALIBÃ - falou mais alto no meu ouvido, quase solto um gemido se não fosse um grito que quase me deixou surdo.

No complexo do Alemão (Degustação) Onde histórias criam vida. Descubra agora