Capítulo 2

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Acordo com um barulho estranho e alguns gritos apavorantes, fico com medo, por tanto não saio do meu quarto, além disso não consigo ver nada e nem me mover sozinha.

Tento esqueçer aquele barulho, mais fico curiosa para saber o que estava acontecendo. Pego minha maleta, sem saber o que virar na frente.

Barulhos!

Gritos!

Tento sair do meu quarto, mais não consigo, não tem como eu fazer isso sozinha. Chamo minha mãe, e para minha sorte, ela ouvi minha voz .

- Oii querida!! O que aconteceu ?

Achei muito estranho, entretanto a respondo:

- Mãe quero sair do meu quarto, não estou me sentindo bem.

Tive que mentir, eu gosto de ficar no meu quarto, porém queria descobrir o que estava acontecendo.

- Claro meu amor, vem deixa eu te ajudar.

- Mãe... o que vocês estavam fazendo?

A perguntei dessa forma, pois não quero demonstrar meu medo.

- Ah! Eu, seu pai é seu irmão, estávamos, assistindo um filme de terror.

Nossa, como eu não percebi que era apenas um filme.

- Ata! Então vamos mãe

Depois disso, minha mãe me tira do quarto, me levando para a sala, ali ouvi os gritos, era conserteza o filme.

Saúdo meu pai e meu irmão com um sorriso no rosto, entretanto peço para ir para fora, precisava respirar ar fresco, mesmo não gostando. 

Chegando lá fora, nunca tinha me sentindo tão viva.

Aquela sensação era nova em minha vida, por isso achei esquisito, pois não gosto de sair de casa.

Meus pensamentos mudaram meus atos, me fazendo gostar daquele clima.

As árvores balançando, o vento batendo no meu rosto e tudo tão calmo, não sabia que era bom esse pressentimento.

Em alguns segundos, ouço uma voz familiar me chamando.

Era uma voz fina, estava até que feliz por ouvir aquela voz, sem nem saber quem é.

A voz chegava mais perto, percebe-se que era familiar.

- Amiga !!! Aí meu Deus quanto tempo, pera que cadeira é essa?

Eu sabia, e a Bianca, minha melhor amiga.

- Ah! Oi tudo bem ? Amiga eu sou cadeirante e infelizmente sou cega

Na hora que ela ouviu isso, começou a mentir, dizendo que tinha que sair e que a mãe dela estava a chamando.

Então ela foi embora, comecei a perceber que minha melhor amiga era falsa pois saiu após dizer que sou  cadeirante e cega.

Depois de algumas horas calada, meu irmão aparece, me perguntando por que eu estava em silêncio

Sinceramente digo a verdade, pois ele sempre me entendeu e me apoio.

Ele me leva para dentro de casa, e diz:

- Maninha, vou pedir para a mamãe te trocar

Sem entender nada, o pergunto:

- Por qual motivo?

- Vamos nos divertir juntos, no seu lugar preferido

Fiquei tão feliz, que parecia uma criança. Logo depois pedi para minha mãe me arrumar .
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  DEPOIS DE SE ARRUMAR ELES FORAM PARA O PARQUE
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Estávamos passeando tranquilamente, até que ouço alguns meninos, zoando de minha cara.

Creio que meu irmão não gostou muito, e teve que da um ponto final.

Ele começou a brigar com os garotos, entretanto acaba apanhado.

E eu não poderia fazer nada pois não tinha como,  só gritei o mais auto que pudi

Porém um deles, colocaram um pano em minha boca, a tampando sem dó.

Estava desesperada, tentando pedir socorro, ao ponto de que acabei desmaiando

Quando acordei estava em casa, eu não queria saber de mais nada, somente se meu irmão estava bem, e se ele havia se machucado. Ao saber que ele estava bem, fico tranquila e feliz.

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