Final do segundo ano

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Por mais desgostoso que o quinteto estivesse eles sabiam que tinham que para Adhara e leva-la de volta a Mansão antes que alguns dos boçais do diretor descobrissem sobre ela. Isso não quer dizer que foi uma coisa fácil a se fazer, no meio da noite de ultima semana de aula os cinco desceram a Câmara Secreta e então conversaram com ela e usando um pouco da magia de todos a aparataram para os belos jardins da Mansão Sonserina onde ela podia ser feliz e livre. Não é preciso dizer que os cinco tinham lágrimas nos olhos enquanto iam para sua agora rebatizada "sala secreta" nos aposentos de Sev conversar um pouco antes de irem para cama.

Quando eles chegaram a sua "sala secreta" Sev esperava por eles com chá e alguns biscoitos de gengibre, cortesia dos elfos domésticos. E então eles se puseram a conversar sobre o que fazer dali em diante. A Prewett fêmea estava petrificada e eles não queriam correr o risco de começar a acordar os petrificados e chamarem atenção a eles. Eles estavam nessa discussão a alguns bons minutos já e Severus já iria enxota-los para seus quartos quando Blaise disse "Eles não dizem que Hunter é o menino que sobreviveu? Um imperius bem colocado e nós faremos ele dizer que a conexão com Tio Thomm que eles insiste que ele tem o forçou a abrir a câmara mas ele nunca estava consciente o suficiente para ver o que estava realmente lá". Todos acharam a ideia brilhante e foi combinado de que Theo lançaria o imperius em Hunter afinal ele era o melhor do quinteto com mágica da mente. Sendo assim eles se despedirem de Sev e foram para seus aposentos, amanha seria um longo dia.

No dia seguinte entes mesmo que todos pudessem ir para o Salão Principal para o café da manhã, Theo (sob um forte feitiço de desilusão) encontrou com Hunter Potter no corredor esperando seus amigos para irem a ala hospitalar e lançou o imperius fazendo o menino acreditar que ele tinha aberto a Câmara Secreta e soltado a tormenta pelo colégio. Depois disso Theo foi para o café da manhã e quando viu seus amigos sorriu para eles deixando-os saber sem palavras que o plano tinha corrido perfeitamente bem.

Quase no fim do café um Hunter entra pelas portas principais e vai correndo em direção ao Diretor e com lágrimas nos olhos diz "Fui eu, eu abri a Câmara Secreta, mas estava quase inconsciente como se meu corpo tivesse possuído por você sabe quem, eu não sei o que fez isso com os alunos" o diretor estava lívido de raiva, essa não era uma declaração a ser feita assim no meio do salão principal, mas vestindo sua mascara de bom avô ele disse "se acalme meu menino tenho certeza de que tudo não passa de um pequeno mal entendido porque você não vai se juntar aos seus colegas na mesa da Grifinória".

Quando Hunter foi se sentar no seu lugar de sempre ao lado de Ron e Hermione, tudo que ele conseguiu foi um soco na cara do ruivo e "VOCÊ É UMA CABRA NOJENTA COMO ELES, COMO PODE FAZER ISSO COM A MINHA IRMÃ" e então ao invés de se sentar e tomar o café como todos os outros ele simplesmente pegou suas coisas e foi para Ala Hospitalar na esperança de ter seu rosto curado. O quinteto não pode segurar o sorriso de alegria o plano deles tinha saído melhor do que eles imaginaram.

Quando o café chegou ao fim Dumbledore dispensou os alunas das aulas da manhã e convocou uma reunião com todo seu Staff para que ele s pudessem descobrir juntos o que estava acontecendo com os alunos, afinal eles tinham pouco tempo e agora tinham a informação de que o que quer que estivesse preso lá dentro agora estava solto.

Depois de muito debate sem produção Severus resolveu soltar uma isca e disse que em seus dias como alunos havia um boato de que existia uma Câmara Secreta na escola que guardava um Basilisco. Todos os professores pareciam em choque com essa informação e Dumbledore teve certeza de que essa era mais um plano de Tom para voltar a vida, então ele ordenou que Severus preparasse a poção que libertaria os alunos. Severus precisou lembrar que eles precisavam de Mandrágoras e que não seria fácil e que novamente as férias dele se aproximavam e ele só prepararia até o dia em que saísse de férias, depois disso só quando voltasse. Albus não gostou de como seu peão estava agindo, mas não havia nada que ele pudesse fazer a respeito disso agora.

Sprout o lembrou de que eles não possuíam mandrágoras bebê na estufa e que elas teriam que ser encomendadas, o que levaria tempo e então o homem só estaria efetivamente trabalhando quando a escola voltasse de férias.

Quando naquela noite Sev contou ao quinteto o que aconteceu, eles o atacaram com abraços e beijos e eles não poderiam estar mais felizes.

No final daquela semana enquanto os alunos embarcavam no expresso, nenhum dos petrificados ainda estava recuperado e o quinteto estava feliz que mais um ano tivesse se passado tão bem.

Eles no esperavam que essas férias não incluíssem mais crianças, eles estavam afinal um pouco assustados. 

UM CONTRATO DO PASSADOHistórias para pegar e não largar. Descubra agora