11| Fúria

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Emma estava em seu quarto de hotel do qual dividia com Bucky, juntando todas as suas coisas desesperadamente e colocando de qualquer jeito dentro da mala. A única coisa que ela queria era dar o fora da Brasil e levar seu marido e amigos para o mais longe possível dali.

Bucky entrou no quarto, acompanhado de Sam e Joaquim. Os três entendiam a urgência de Emma de querer sair. Mas eles queriam também acabar de uma vez com Azazel.

— Doll... — Bucky a chamou.

Mas Emma o ignorou, desta vez arrumando a mala de Bucky também de qualquer jeito.

— Emma. — Sam a chamou, andando até ela.

— Não me impeçam. — ela implorou, ainda sem olha-los.

— Olha, eu sei que você está com medo, mas... — Sam começou, mas foi cortado quando a sua melhor amiga se virou para encara-lo.

— Com medo? — Emma exclamou indignada. — Eu estou apavorada, Samuel. Estou com medo! Muito medo.

— A gente vai impedir ele. — Bucky falou, caminhando até parar ao lado de Sam.

— A gente? — ela deu uma risada debochada. — Isso não é trabalho para nós! Isso é trabalho pro Thor, Miera. Doutor Estranho, talvez? Mas não para nós! Somos apenas dois super soldados, o capitão América e o Joaquim.

— Ei... — Joaquim falou, ofendido e cruzando os braços.

— Qual é, o cara é tipo um deus, vocês acham que temos chance contra ele? — Emma indagou, e voltou a arrumar as malas.

— Vamos dar um jeito, a gente sempre dá um jeito. — Bucky falou, tentando acalmar a esposa.

— Claro que damos um jeito. — Emma debochou. — Quando se trata de bandidos, super-soldados. — ela se virou para encara-los de novo. — Quando enfrentamos aquele titã louco precisamos do universo inteiro para poder impedi-lo, e mesmo assim o Tony e a minha irmã morreram para que pudéssemos estar aqui. — ela colocou a mão sobre a barriga, sentindo a dor voltar. — Não temos chance contra ele!

— Emma, olha... — Sam começou, mas não consegui continuar.

Emma começou a tossir e se curvou agora levando a outra mão até a barriga. Sangue começou a sair da boca dela e manchar o carpete que havia no chão.

— Emma! — Bucky andou até ela, os olhos arregalados de preocupação.

Mas Emma não parava de tossir. Cada tossida ela sentia a dor em seu estômago e garganta. O gosto metálico era predominante. Aquilo não era uma alucinação. Azazel estava matando Emma.

Timeless² ᵇᵘᶜᵏʸ ᵇᵃʳⁿᵉˢOnde histórias criam vida. Descubra agora