sete médicos,sete histórias,sete amores.
um drama quente,romântico e divertido.
Inspirado em Grey's Anatomy...
Mas com desenvolvimento da autora.
Espero que gostem.
E uma obra de ficção e não tem como intensão ofender ou denegrir a imagem dos menino...
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Estamos na cerimônia da Hin-jo, Jin preparou tudo com muito carinho. A família dela mora distante, então ele cuidou de cada detalhe, para que eles pudessem dar o último adeus a ela. Ele está parado olhando o retrato dela.
Go: Está tudo lindo, tenho certeza que ela está feliz.
Jin: Eu queria ter conseguido salvá-la.
Ele diz, é nítido a sua tristeza.
Mãe/Hin-jo: De certa forma você a salvou.
Olhamos para ela.
Mãe/Hin-jo: Nunca tinha visto a minha filha tão feliz como nesses últimos meses. Ela me ligava todo dia, eu podia ver o quanto ela estava feliz e isso tudo graças a você. Obrigada.
Jin a olha emocionado.
Jin: Obrigada. Saiba que eu gostei muito dela, eu...
Ele embarga com as lágrimas, eles se abraçam. Eu observo, todos do hospital vieram prestar a sua última homenagem a ela e dar apoio ao Jin. Eu não demoro porque ainda tenho algo importante a resolver. Saio do cerimonial e vou direto para a delegacia, Han está sob custódia. Namjoon já foi ouvido, agora eu falarei. Chego lá na hora marcada, encontro com Hung na entrada.
Go: Veio vê-la?
Hung: Não tenho escolha, essa louca é minha mulher.
Go: Como você não se deu conta da instabilidade dela?
Ele me olha com as mãos no bolso.
Hung: Eu sempre soube Go. Ela só nunca tinha tido uma crise tão grande.
Olho para ele confuso.
Hung: Quando me casei com a Han, foi um acordo entre mim e o pai dela. Eu teria acesso a toda herança deixada pela mãe dela, em troca de assumir a responsabilidade por ela. Ela foi internada algumas vezes com pequenas crises. Não achei que ela causaria isso tudo.
Go: Ela já tinha problemas então?
Ele acende um cigarro.
Hung: Quando você mencionou aquela chantagem que ela estava fazendo contra aquele médico. Eu a repreendi, ela teve uma pequena crise e eu a internei.
Entendo agora porque ela sumiu por um tempo.
Go: Mas, como você não notou que ela poderia piorar e causar algum perigo a ela e a outras pessoas?
Hung: Ela só era carente. Se tivesse alguém que a desse atenção, não tinha problemas.
Eu olho para ele, a naturalidade que ele está tratando isso me causa espanto.
Go: O que vai acontecer agora?
Hung: Colocarei ela em um hospício e esquecerei ela por lá. Não quero mais essa responsabilidade para mim.