Quando Pete já havia desistido de tentar ter um alfa e se conformado a viver sozinho, o destino o levou de encontro com Vegas, um alfa extremamente imaturo e grosso, mas com o decorrer do tempo ambos começam a entender esse relacionamento e crescer...
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A Cerimônia da Colheita foi em noite de lua cheia, como sempre. Os habitantes da cidade se reuniram em um campo aberto onde celebraram juntos, as diferentes matilhas aproveitaram a ocasião para se relacionarem e se divertirem. Pete estava animado para ir porque não via os membros de sua matilha há muito tempo e sentia muita falta deles.
Pete e os outros ômegas prepararam alguns pratos para a cerimônia. Pete trabalhava em silêncio e não chamava atenção. Ele observou que as gerações mais velhas não estavam realmente incomodadas com ele, como Lu havia mencionado. Eles eram indiferentes, mas não hostis. Houve algumas piadas aqui e ali sobre sua falta de habilidade na cozinha, mas Pete apenas sorriu e se desculpou. Eles o deixaram sozinho quando ele não reagiu negativamente aos seus murmúrios.
No final, os ômegas mais velhos o chamavam de 'nong' e pediam que ele fizesse algumas tarefas, pois ele era rápido. Quando chegaram para a cerimônia já estava bastante lotado.
Vegas simplesmente saiu, irradiando ansiedade. Pete o observou partir, esperando que ele não transasse com outro ômega esta noite, pelo menos não onde alguém pudesse vê-los. Depois que os ômegas colocaram tudo nas mesas comunitárias onde toda a comida era guardada, eles ficaram livres para fazer o que quisessem.
"P'Pete, onde você quer ir primeiro?" Macau perguntou, agarrando-se a Pete.
"Eu queria ver minha matilha", disse Pete, olhando em volta.
"Sua matilha? você quer dizer a matilha principal?" Macau franziu a testa: "Mas eu sou sua matilha, eu sou sua família agora".
"Você é meu anjo mas, eles também são minha matilha" Pete sorriu, bagunçando o cabelo, "Venha. Vamos dizer oi para todos."
Porsche foi o primeiro a notá-lo. Ele imediatamente correu até ele e abraçou Pete. "Pete!" Ele murmurou: "Obrigado. Obrigado. Não consegui agradecer. Foi só depois que Kinn explicou o que havia acontecido e percebi o que você fez por mim. Não se preocupe, eu não contei a ele sobre isso... "
Pete deu um tapinha nas costas dele sem jeito, "Não se preocupe com isso."
"Como vai você? Como estão as coisas?" Porsche perguntou, se afastando.
"Oi, Pete!" Tankhun os interrompeu e o abraçou com força, "Estou com tantas saudades de você!" Pete o abraçou de volta, dando tapinhas em suas costas. Tankhun era seu pupilo, ele estava acostumado a cuidar dele. Ele não percebeu o quanto sentia falta de seu aroma adocicado e delicioso.
"P'Khun", Pete murmurou, "Como você está?"
"Estou definhando sem você! Por que você me deixou?" Tankhun chorou.
"Khun..." Kinn passou um braço em volta de Tankhun e puxou-o de volta, "O que você queria que Pete fizesse? Ele teria acasalado e ido embora mais cedo ou mais tarde."