CAPÍTULO 13 - Baile

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- Vamos ter um longo dia! - segurei o colar pelo cordão e Chanyeol pode ver o brilho azul e logo se animou.

- Vamos seguí-lo! - Chanyeol disse já caminhando a frente.

- Espere! - agarrei sua camiseta - Vamos falar com os outros!

- Mas assim vamos perdê-lo de vista!

- Ok! Eu ligo para Suho avisando onde estamos! - Baek e Kai se aproximaram de nós.

- O que aconteceu? - Kai perguntou.

- Aquele menino que acaba de atravessar com uma garota é um dos nossos! - respondi.

- Vou seguí-lo... - Kai disse.

- Então vá, seja discreto!

- Mas eu quero ir também! - Chanyeol disse.

- Ok! Tem como levá-lo? - perguntei a Kai.

- Tem sim! Vamos! - ele segurou no braço de Chanyeol e vendo que não havia ninguém na rua sumiram.

- Vamos seguir a pé, mas já que eles estão indo de teletransporte não precisamos nos preocupar se o perdermos de vista... Então vamos ser discretos, ok? - disse para Baek.

- Ok! Vamos! - ele disse já caminhando para ir atrás do rapaz.

Caminhamos lentamente, com o máximo de cuidado para não sermos vistos, nós o seguimos até a escola, a qual estava levando um bom tempo para aparecer, e nesse meio tempo eu e Baek conversamos um pouco, sobre o que todos já devem ter reparado.

- Já faz uma semana que você e o Luhan brigaram, e até agora nem sequer olharam na cara um do outro... - Baek comentou.

- É, eu sei... Mas eu não sou a única que deve desculpas, não vou ceder tão fácil!

- Ai, que egoísta... - ele me olhou vom desprezo.

- Eu sei que estou sendo, mas eu sempre aprendi que devemos ser um pouco egoístas, senão as pessoas passam por cima da gente...

- Faz um pouco de lógica, mas o Luhan não passaria por cima de você... - ele respondeu, e eu sabia que Baek estava certo, Luhan nunca foi esse tipo de pessoa.

- Eu vou esperar, se até entrarmos em contato com esse rapaz, Luhan não vier falar comigo, eu irei até ele resolver isso... Mas por enquanto eu não vou falar nada...

- Ok... E o Chanyeol?

- O que tem ele? - perdi Kyungsoo de vista, mas logo vi a menina que o acompanhava o puxando para atravessar a rua.

- Bem, você acha ele um cara interessante? - ele perguntou com sua grande sutileza.

- Interessante como? - me fiz de desentendida.

- Legal... Um bom partido...

- Você está querendo saber se eu gosto dele? - ri da cara que ele fez de "É, é isso mesmo!", e se manteve calado. - Quem cala, consente...

- Então você gosta dele, certo? - dessa vez eu que fiquei em silêncio, e ele me olhou maliciosamente - Quem cala, consente! - eu corei.

- Fique quieto! - disse sem graça.

- Então você gosta dele?

- Eu não sei de quem eu gosto! Eu nem sei o que é realmente gostar de alguém!

- Como assim você não sabe?

- Eu nunca gostei de ninguém, nunca me apaixonei, eu não sei como é isso...

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