- Que bom que você veio. - digo abraçando ele enquanto ele rodeia minha cintura com as mãos e fala baixinho no meu ouvido.
- Tava morrendo de saudades de você - diz ele roçando o nariz fazendo todos meus pelos se arrepiar.
- Você me viu ontem - digo achando graça.
- Mais já foi o suficiente para eu ter pensamentos impuros com você - diz ele me levantando e me colocando sentada na cômoda.
- Que tipo de pensamentos impuros? - pergunto a ele baixinho no ouvido dele escutando um grunido do mesmo aprovando minha ação.
- Primeiro eu começaria beijando todo o seu corpo e depois tiraria sua roupa devagar. - Fala ele no meu ouvido e logo após morder o lóbulo da minha orelha.
- Então faça - como se não pudesse mais espera ele ataca meus lábios.
Seus beijos vão para meu pescoço e eu tombo a cabeça para trás dando mais acesso a ele.
Ele tira minha blusa me deixando apenas de sutiã, me pega no colo me jogando na cama sem nenhum cuidado.
Fico olhando ele tira sua blusa e subir em cima de mim.
- Não, coloca a blusa de novo, eu que quero tirar ela - digo desaprovando a ação do mesmo a alguns minutos atrás.
Ele se levanta e pega a blusa que estava no chão colocando-a logo em seguida.
Me ajoelho na cama enquanto ele trabalha no meu pescoço, tiro a blusa dele adorando o que vejo e começo a beija-lo.
Ele me deita e tira meu short enquanto sorrir.
- Eu sou um filha da puta sortudo por ter você. - diz ele beijando minha barriga enquanto eu sorrio do que ele acabou de falar.
Ele pega no feixo do meu sutiã e tira.
Vejo ele vindo na minha direção e fecho meus olhos para sentir a onda de prazer que virá após isso.
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- Acorda Selena, você já tá atrasada - diz minha avó impaciente saindo do quarto.
- Meu Deus - digo me sentando na cama e sentindo minha blusa e meu cabelos grudados na minha testa e no meu corpo. - Que sonho foi esse. - digo a mim mesma
Me levanto indo pro banheiro, me olho no espelho e vejo vestígios da noite passado, meus olhos estavam enxados como de costume. Vou pro box e tiro minha roupa ligando o chuveiro, fecho meus olhos e dou um sorriso ainda sentindo as mãos dele no meu corpo. Essa é minha rotina durante todo esse ano, vou pra escola, da escola venho pra casa e meus pensamentos sempre estão nele. Eu não fiz nenhum amigo aqui e isso é decepcionante, eu não queria colocar ninguém no lugar dos meus antigos amigos e eu também sabia que uma hora nós iríamos voltar para Los Angeles, e se eu criasse laços seria doloroso demais.
Nesse tempo mantive contatos com meus amigos, e pedi para que não me falasse nada relacionado a ele.
Podem me chamar de trouxa, burra, idiota e milhares de outros xingamentos. Mais não é fácil esquecer alguém que você amou tanto e que ainda ama, muitos já passaram por isso, alguns estão passando e quem não passou ainda irá passar.
