28. Love

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Eu te amo, me desculpa
Você era o melhor, mas você era o pior
Por mais doentio que isso soe, eu te amei primeiro
Fui um babaca, isso é o que é

I love you, i'm sorry — Gracie Abrams

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No fim, conseguimos sair do mercado por causa de um segurança muito legal que estava cuidando dali, chegamos em casa umas 1:00, o motivo:Kai e Luna se encantaram por um brinquedo dentro de uma máquina, e ficaram lá até que pegassem a porra da pelu...

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No fim, conseguimos sair do mercado por causa de um segurança muito legal que estava cuidando dali, chegamos em casa umas 1:00, o motivo:Kai e Luna se encantaram por um brinquedo dentro de uma máquina, e ficaram lá até que pegassem a porra da pelucia, repito, FICARAM lá até que pegassem a pelucia, ou seja, quase 40 minutos.

Querendo ou não foi divertido, confesso que foi tudo bem normal para a véspera de meu aniversário, e claro que quando deu meia noite, todo mundo começou a cantar parabéns e todas as viadagens de aniversário (que eu amo).

Na hora de cantar parabéns, Alan apenas bateu as palmas, sem quase olhar para mim.

E foi aí que o pessoal percebeu que a gente tava ''de mal''

Chegamos em casa mortos de cansados, então eu só tomei um banho e deitei, não estava muito afim de ir na faculdade no dia do meu aniversário.

...

— Parabéns para a vagabunda mais linda dessa cidade! — Luna gritou, provavelmente vindo em direção ao meu quarto.

— Tem algumas pessoas que querem te ver, Maddy. — Uma voz reconhecível soou, me fazendo franzir o cenho e sair logo do banheiro.

— Nathan! — Gritei ao vê-lo, antes de pular em um abraço no mesmo.

— Olá, peste. — Falou e me colocou no chão.
Nathan e Luna no mesmo ambiente? Não sei não.

— Madre! — Gritei mais ainda ao vê-la, indo em direção a mesma.

Ver eles era como uma terapia, minha família.

— Até o Caleb veio. —Madre comentou e eu olhei para os lados, em busca do drogado.

Ele estava na cozinha, conversando com Alan.

Conversando com Alan.

Fui até ele correndo um pouco e quando me viu, Caleb sorriu e Alan entortou o pescoço, como queria torcer aquele pescoço lindo que eu já..

Não vem ao caso.

— Oi priminha! — Abriu um sorriso maior que o rosto e cumprimentou-me com um abraço.

Sorri de volta e olhei Alan, que incrivelmente estava com um olhar de compaixão, aquele olhar de: Ai que fofo.

— esse é o Alan? — Pediu apontando para a muralha loira atrás da gente.

— É sim. — Sorri forçado e olhei para Alan, que estava disfarçando até o último fio de cabelo não estar ouvindo (mas estava).

— Ele já te comeu? — Pediu perto do meu ouvido, enquanto eu via Alan começar a rir de leve.

Sentimento CriminosoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora