Capítulo 3

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Draco encontra Pansy – alta, loira e deslumbrante – sentada no bar lotado do Gato Neon, segurando um cigarro em uma longa piteira.

— Querido. — Ela beija suas bochechas no ar, o anel rosa piscando na luz de fundo do bar enquanto ela gesticula para sua cabine alta acima. — Blaise está dando as boas-vindas a alguns VIPs da França. — Ela desliza uma bebida cor de rosa e a caixa de laca violeta pelo bar. — É só toi et moi ce soir. (você e eu esta noite.)

Draco vira sua Mística e a persegue com o borbulhante. O calor da poção não faz nada para acalmar a agitação que se infiltra em sua barriga.

— Espero que você tenha se recuperado do Gull-mageddon?

Draco tentou descansar após o trauma da tarde, mas seu cochilo foi sequestrado por pensamentos intrusivos de pele bronzeada, trilhas de tesouros e olhos verdes gentis, todos os quais podem ou não ter aparecido em sua masturbação no chuveiro.

Velhos hábitos são difíceis de abandonar.

É um pequeno contratempo, um mero soluço. Ele é apenas humano, pelo amor de Deus. Ele tem olhos. E um pau.

— Não exatamente — ele diz. — Nada que um casinho aleatório não resolva.

Pansy gesticula para um Quase-Potter sentado no final do bar, dando olhares para Draco.

— Ele é um substituto ruim para o real, mas ele serve.

Draco balança a cabeça.

— Não.

— Huh. — Pansy suga a ponta da piteira e o estuda. — Vejo que você está com uma cara de repetido hoje à noite. Pescando o mesmo peixe baunilha?

Um braço se estende entre eles para pegar uma bebida do barman. Draco varre seu olhar pelo braço para pousar no rosto do Loiro Baunilha.

— Bem, olá, peixinho.

— Oi — diz Baunilha.

Pansy inclina seu copo na direção deles, gira e desliza para fora de seu banco.

— Ta. — Ela desaparece na multidão.

Baunilha gesticula para a bebida de Draco.

— O que você vai tomar?

— Você. — Draco termina a bebida de um gole só. — Agora.

Baunilha acena com a cabeça.

— Oh -

Draco desaparata.

— ...ok.

Os pés deles batem no chão do apartamento de Draco, e eles se juntam. Lábios deslizam contra lábios, línguas lambem bocas, mãos agarram roupas e músculos. Um empurrãozinho nos ombros de Draco os separa, e Baunilha aperta Draco contra a porta da frente.

— Eu pensei em você o dia todo — ele diz. — Sobre isso... — ele passa o polegar no lábio inferior de Draco — e isso. — Ele desabotoa a calça de Draco e desliza sua mão para segurar o pau de Draco em uma palma macia, quente e escorregadia com lubrificante.

Draco rosna e rola os quadris para frente. Seu pau desliza pelo punho de Baunilha, um golpe lento e agonizante. Ele puxa o jeans de Baunilha, estourando botões quase violentamente. Baunilha sorri contra o maxilar de Draco e o enche de beijos de boca aberta. Ele belisca a pele quando Draco liberta seu pau já rechonchudo.

Baunilha envolve os dois paus em seu punho e olha para baixo entre eles. O pré-gozo jorra de sua ponta corada e pinga na cabeça do pau de Draco.

— Porra, nós parecemos –

Birds Behaving Badly | DrarryOnde histórias criam vida. Descubra agora