Pedindo ajuda

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Opa galera bom dia, boa tarde ou boa noite, venho aqui pra pedir desculpas...
Passei por uns problemas pessoais meio turbulentos e fiquei um tempão sem postar nada, então peço desculpa..
Mas agora tá tudo bem e voltarei a traduzir porém, semanalmente, pois tô meio ocupado com a escola então postarei todo Domingo um capítulo novo.
Espero que não desistam de mim e espero que curtam essa obra tanto quanto eu.

Boa leitura 😁

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Graças ao treino de Quadribol, Harry teve um tempo sozinho. Ele queria continuar investigando o castelo, mas normalmente estava cercado por alguém, o que tornava difícil para ele vasculhar o castelo. Sua única opção era enviar um monstro invocado, mas o único momento em que poderia fazer isso era antes de ir para a cama. Agora, por ser o único aluno do primeiro ano no time de Quadribol, ele pode invocar o monstro enquanto ninguém está olhando durante os treinos.

Depois de 3 semanas de busca, havia informações que precisavam ser compartilhadas com Albedo e Demiurge. Harry planejava se desculpar para procurar Crabbe, mas antes que pudesse fazer isso, uma pergunta foi levantada sobre seu comportamento.

"Eu queria te perguntar uma coisa", disse Pansy a Harry enquanto ambos tomavam café da manhã, "Eu não te vi receber ou enviar nenhuma carta para sua família". Pansy olhava para Harry como se estivesse tentando ganhar algo dele.

Ela estava ao redor dele por causa de sua popularidade e nada mais, mas sentia-se desconfortável perto dele. Quando outro aluno lhe disse que a família Suzuki possuía uma empresa no mundo trouxa, ela achou que seus sentimentos eram algum tipo de previsão sobre isso. Tudo fazia sentido em sua mente: "o jeito que ele se comporta não é como o de nenhum outro Sonserino, e sua disposição em ajudar uma sangue-ruim como Granger".

"Até os sangues-ruins já entraram em contato com suas famílias", disse Pansy, achando que havia encurralado Harry. Em vez disso, ele riu um pouco e respondeu: "Você é uma Legilimente? Estava pensando em pedir a alguém que me emprestasse uma coruja".

Harry olhou nos olhos de Pansy e sorriu para ela, e o desconforto voltou para Pansy naquele momento. "A carta de aceitação disse que podemos trazer um sapo, um gato ou uma coruja. Decidi trazer minha gata Pandora, então cheguei sem uma coruja".

Pansy, incapaz de sustentar o olhar de Harry, voltou-se para o seu café da manhã. "Posso pedir sua ajuda nesse sentido? Já escrevi uma carta", perguntou Harry, e ela respondeu com um aceno. Harry sorriu e deu uma rápida olhada ao redor. Ele viu que o diretor acenou para o Professor Snape, que se levantou e saiu do salão.

Assim que ambos terminaram o café da manhã, voltaram para a sala comunal da Sonserina. Quando Harry chegou ao dormitório dos meninos, percebeu que sua carta havia sido lida. Com um simples truque, Harry conseguiu saber que alguém havia aberto sua carta. Ele havia dobrado a borda da folha para servir como um fecho e mantê-la dobrada. Mas a folha estava desdobrada. Harry apenas sorriu sobre a situação.

Quando Harry voltou para a sala comunal, ele tinha a carta na mão e um gato marrom em seu ombro. O gato era pequeno, com um estranho olho preto e pêssego, e usava um chapéu verde.

"Pansy, deixe-me te apresentar minha gata, Pandora", disse Harry. Pansy estava sentada em um sofá e olhou para o gato, reprimindo seus impulsos de abraçá-la e acariciá-la com toda sua força. Pansy apenas observou o gato saltar do ombro de Harry para o apoio de braço do sofá.

"Nya nya nyaa, nya nya nya nyaaaaa. nyanya Nyanyaaa Nyanya. Nyanya nya nya," (É um prazer conhecê-la, senhorita Pansy. Meu nome é Pandora Actor, por favor, me chame de Pandora.) disse o gato. Pansy não resistiu mais e abraçou o gato.

Harry de NazarickOnde histórias criam vida. Descubra agora