Novas Alianças

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Harry olhou pela janela da limusine e viu apenas grama. Por todos os lados, só havia grama, sem um caminho claro que indicasse se estavam indo na direção certa. Obviamente, Harry não estava preocupado que o motorista tivesse se perdido. Mas ele ficou surpreso ao perceber que alguém gostaria de morar tão longe. 

Então, a limusine virou à esquerda, e o herdeiro dos Suzuki finalmente viu o lugar que estava indo visitar. Ele havia enviado uma coruja anteriormente para marcar uma reunião com o dono da casa. Uma casa em forma de peça de xadrez, uma torre. O jovem desceu do carro e bateu à porta. 

Ele ouviu alguns passos vindos de dentro e, enquanto esperava que abrissem, olhou para as plantas ao redor. Na porta, lia-se: "Colha seu próprio visco", o que fez Harry dar um passo para trás para observar a planta. Outro sinal na porta dizia: "Editor do Pasquim". A excentricidade da casa foi rapidamente notada. 

Finalmente, a porta se abriu pela metade superior. 

— Sim? — disse um homem loiro com um sorriso, embora houvesse olheiras sob seus olhos. 

— Olá. Eu sou Suzuki, Harry. Enviei uma coruja há algum tempo sobre... — Harry foi interrompido quando o homem fechou a parte de cima da porta e, de repente, a abriu completamente. 

— Sim, sim. Eu me lembro. Por favor, entre, entre — disse o homem rapidamente e com energia. 

Dentro da casa, Harry percebeu o formato cilíndrico do lugar. Sobre uma mesa havia uma xícara, que o homem pegou para tomar um gole. O homem vestia calças formais, um robe colorido e usava um colar que chamou a atenção de Harry, enquanto o jovem estava vestido com um robe mais formal, preto e branco. 

— Chá? — perguntou o homem, e Harry aceitou com um aceno. O homem pegou uma xícara de design diferente da que estava usando e serviu o chá. Harry pegou a xícara e foi convidado a se sentar. 

— É um prazer finalmente conhecê-lo, Sr. Lovegood... 

— Xenophilius, por favor, me chame de Xenophilius — interrompeu o homem. 

— Muito bem, Sr. Xenophilius. Deixe-me apresentar oficialmente. Meu nome é Harry Suzuki. Pode me chamar de Harry, se desejar — disse Harry com uma leve reverência, e o homem retribuiu o gesto. 

— Normalmente, eu recusaria qualquer contato com uma grande empresa. Mas minha pequena Luna me disse que você era diferente — disse o Sr. Xenophilius, e Harry notou a forma como ele escolheu as palavras. 

— Então, se puder me contar primeiro como conheceu "O Pasquim"? 

Harry assentiu após dar um gole em seu chá. 

— Eu cresci com meus pais no lado não-bruxo do mundo. Quando fui informado de que deveria interagir também com este lado, decidi buscar informações. Encontrei "O Pasquim" com artigos interessantes, fazendo o que nenhuma outra publicação faz: compartilhar investigações. 

Xenophilius sorriu e olhou para Harry. O jovem sonserino tomou outro gole de chá e continuou: 

— Seria mentira se eu dissesse que concordo com todos eles. Na minha perspectiva, alguns precisam checar melhor suas fontes. Mas, fora isso, a revista faz um bom trabalho ao oferecer diferentes perspectivas. 

O homem olhou novamente para o jovem à sua frente e sorriu. De repente, começou a aplaudir e rir. 

— Incrível, incrível. Ou você é a pessoa mais pura do mundo, ou o melhor mentiroso que já existiu. De qualquer forma, agora entendo por que foi escolhido para me convencer. Um sonserino maravilhoso ou um grande corvino. 

Harry de NazarickOnde histórias criam vida. Descubra agora