Omake / Interlúdio - Professor, e um presente

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Gente não vou mentir não, virei CLT e tô com pouquíssimo tempo livre, e quando tô com tempo livre eu geralmente durmo, não posso prometer manter um ritmo na tradução, mas prometo não desistir dessa obra.

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O professor Dumbledore estava sentado em sua cadeira, escrevendo em um dos vários pergaminhos espalhados por sua mesa. As férias de verão são para os alunos, mas para ele, é quando há mais trabalho a ser feito. Ele acredita que existe uma maldição na posição de professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, mas o conselho de governadores de Hogwarts pensa o contrário.

Dumbledore não podia culpá-los; a maldição começou quando ele se tornou diretor, e ele era o único que tinha que lidar com isso. A paciência do conselho estava se esgotando, especialmente após receberem informações sobre o incidente com o troll. Pior ainda, a pedra filosofal havia sido roubada. Mesmo com a ajuda dos aurores, o caso permanecia sem solução.

Seu medo era que a pedra tivesse sido levada por Voldemort ou um de seus seguidores, mas a falta de movimentos dos comensais da morte conhecidos o fazia pensar o contrário. Especialmente porque ele tinha Severus Snape por perto, e este não havia sido convocado, e, até onde sabia, nenhum outro comensal também.

O diretor suspirou levemente antes de continuar com seu trabalho.

Uma batida repentina na porta o tirou de seu mundo de tarefas. 
"Entre, Minerva", disse Dumbledore de sua cadeira, enquanto guardava sua pena.

A professora McGonagall entrou na sala com um grande sorriso e as bochechas levemente coradas. 
"Diretor, o senhor Osbourne está aqui". 

Dumbledore se levantou quando um homem de vestes negras entrou. O homem usava óculos semelhantes aos de meia-lua, mas eram óculos escuros. Não tinha barba e tinha longos cabelos pretos. Em seu pescoço, havia um colar com uma cruz cristã. 

"Senhor Osbourne. Estava esperando sua visita. Por favor, sente-se", ofereceu Dumbledore, e seu visitante se sentou. 
"Obrigado". 

"Como está Sharon?" perguntou o diretor, com uma pequena indireta à diretora da MACUSA. 

"Está bem. Ela ainda ri da sua última visita", respondeu Osbourne com um sorriso. Albus riu um pouco, envergonhado. Sua última visita à MACUSA nunca aconteceu, pois ele encontrou Sharon Osbourne antes e conversaram sobre o incidente. 

O álbum havia sido revisado pela MACUSA antes, e parecia que a inclusão de "eletricidade" na música evitava qualquer problema potencial. A música, naquele momento, era o assunto da discussão; eles não queriam que o problema da maldição da morte se repetisse. 

Há centenas de anos, a maldição foi usada na literatura trouxa e se espalhou mundialmente. O problema era que crianças nascidas-trouxas usavam a palavra brincando, o que acabava em tragédias. Após muitos anos exaustivos, a palavra foi alterada na literatura. Um ou dois livros podem ter escapado, mas foi o máximo que conseguiram. 

Esse incidente criou um precedente para todas as comunidades bruxas, que tentaram controlar o que poderia ser conhecido sobre elas. Todas concordaram que os trouxas deveriam ter uma ideia de magia em sua literatura e outras formas de comunicação, para ajudar os nascidos-trouxas a entenderem o conceito de magia. 

"Caramelo de limão, senhor Osbourne?" ofereceu o diretor. 

"Não, obrigado. E pare de me chamar de senhor Osbourne. Pode me chamar de Ozzy, como todo mundo", disse o visitante, que pegou uma sacola de suas vestes. Minerva tentou ver o que havia na sacola, mas Dumbledore a dispensou com um aceno de mão. 

Harry de NazarickOnde histórias criam vida. Descubra agora