- Capítulo 34 - Decaídas: Ainda há tempo.

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- Lana Walker.

Acordei na manhã seguinte, sentindo meu corpo meio dolorido e dois braços agarrando meu corpo. Marcus e eu estávamos nus na cama, cobertos por um lençol fino.

Percebi que Marcus estava realmente dormindo dessa vez, não é como se ele só estivesse fingindo como sempre.

Me levanto lentamente para não acordá-lo e em passos cuidadosos, fui até ao banheiro e fiz tudo o que devia, além de um bom banho gelado.

No banho, começei a relembrar todos os momentos em que passei ao lado dele, é incrível sentir esse sentimento de novo. Eu deveria negar, porém amo cada segundo e cada forma em que ele me demonstra o seu amor por mim.

Até o fim do acordo, provavelmente eu não irei querer ir embora.

Estava penteando meu cabelo enquanto eu estava de roupão quando vi a porta sendo aberta pelo o reflexo do espelho, e então senti duas mãos vagando pela a minha cintura, afundando o rosto em meu pescoço.

- Bom dia Amor. - ele sussurra em meu ouvido, deixando um beijo em minha bochecha.

- Bom dia. - sorri radiante.

Senti meu coração bater forte no meu peito. Em seguida, beijo os seus lábios suavemente, me sentindo satisfeita.

- Não me provoque agora Lana. - ele sussurra sorrindo, me enchendo de beijos logo em seguida.

Eu simplesmente estou vivendo um amor recíproco! Como não estar feliz?

Tudo estava tão gostoso, minha vida amorosa decolou com tudo! Eu não podia ser mais sortuda do que isso.

Até eu escutar um toque de celular vindo do quarto. Me afastei de Marcus e fui em direção ao telefone vibrando no criado mudo.

Um número desconhecido estava na minha tela, e já curiosa, atendi esperando respostas.

- Alô?

- Lana!? É você?

- Mãe? Sou eu sim, que número é esse?

- Minha filha, por favor, eu peço que você fique calma ok?

- Meu Deus, fala logo! Você tá me deixando preocupada.

- É o seu pai, filha...

Quando eu escutei essa frase, meu coração se apertou fortemente e por um segundo me senti tonta. Eu não sabia o que tinha acontecido, mas pelo o tom de voz dela, algo estava errado, e se envolve meu pai...

- Ele acabou de ter um tipo de ataque cardíaco e... Foi tudo tão de repente, ele caiu segurando o peito... Eu me desesperei e os vizinhos escutaram meus gritos e chamaram a ambulância, agora, ele foi internado...

Novamente, uma tontura escureceu a minha vista e me senti desamparada. Meu pai sempre teve problemas cardíacos, nossa família já esperava por possíveis ataques, mas a gente nunca soube se ele poderia resistir.

- Eu tô indo aí agora, me espera mãe.

Desliguei a chamada em seguida, ainda me sentindo tonta. Meu estômago estava embrulhado, uma agonia constante estava inundando meu coração. Eu não posso perder meu pai.

𝐓𝐨𝐱𝐢𝐜 𝐋𝐨𝐯𝐞.Histórias para pegar e não largar. Descubra agora