스물둘 (22)

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Seungmin analisava a própria aparência no grande espelho que havia em seu closet. Não estava perfeito. E aquilo era um alívio.

Bangchan viu o olhar crítico que seu ômega lançava para o próprio reflexo. Suspirou e andou até ele, o abraçando por trás e apoiando o queixo no ombro do outro. Que colocou as mãos sobre as dele.

- Está lindo, querido.

Seungmin sorriu leve ao sentir beijos molhados em seu pescoço, que estava exposto pela camisa em gola V que usava.

- Pareço perfeito? - perguntou receoso.

Christopher parou a trilha de beijos e o olhou pelo reflexo, ainda abraçado ao corpo menor que o seu.

- Está além da perfeição. Completamente magnifíco, Afrodite teria inveja de você.

Seungmin riu desacreditado, Christopher era realmente criativo.

- Isso é uma forma de dizer: está perfeitamente perfeito?

- Não. É uma forma de dizer: para mim você não é apenas perfeito, é impecável. Um ser angelical que eu tive o prazer de contemplar antes da morte.

- Uii, é bom com palavras! - Se virou abraçando o pescoço do outro com força.

- Hm. Não sei se acredito no seu elogio Senhor Bang - fez uma cara pensativa.

Os dois se beijaram. Colaram seus lábios em uma conversa secreta, sentimental. Que é tão pura, que necessita ser falada bem de pertinho.

- Vamos. Estamos quase atrasados.

O outro assentiu e os dois sairam. Em direção ao lado de fora da casa. Onde pegaram o carro e saiaram para seu próximo destino.

Durante o caminho, os dois se mantiveram em silêncio. A mão de Christopher na coxa de Seungmim fazia o trabalho de o acalmar.

Quando chegaram, entraram pelos portões principais, que os levariam até a grande casa.

Seungmin olhou ao redor vendo os jardins que os empregados e sua mãe cuidavam para manter sempre belo.

- Hyunjin, Felix e eu sempre brincávamos aqui quando meu pai saia. Não gostava de nos ver rindo. Dizia que nossa voz era irritante. Havia poucos momentos em que se juntava a nós, apenas quando Felix não estava.

Bangchan riu anasalado.

- Quando fala de Felix parece que são irmãos.

- Nos conhecemos quando ele chegou na Coreia, estávamos no primário.

Bangchan assentiu com a cabeça e estacionou o carro em frente a mansão e desceu, abrindo a porta para Seungmin, aue desceu segurando a mão que lhe foi oferecida.

Se olharam e tocaram a campainha, sendo atendidos por uma governanta que aparentava ter uns 50 anos no minímo.

- Senhores Bang. - curvou.

- Seoyeon! Por que tanta formalidade? - Seungmin se aproximou para abraçá-la, mas foi impedido por Seoyeon que o empurrou levemente.

- Sinto muito senhor, Senhor Suhyuk deu ordens especifícas sobre manter um contato profissional.

- Não estava aqui quando os visitei pela primeira vez. - Bangchan perguntou desconfiado. Tinha todo direito de desconfiar de tudo e todos, visto que Suhyuk tinha capangas fiéis em todos os lugares possíveis.

- Me enviaram para casa de campo meu senhor. Voltei a dois dias.

- Certo.

- Filho! Genro! Entrem, entrem! É uma alegria tê-los aqui. - Mina exclamou chegando, elegante como sempre.

My First Love Histórias para pegar e não largar. Descubra agora