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Mon

A gente estava tão imersa ao prazer naqueles momentos que nem nos ligamos que estávamos fazendo barulho demais

Os gemidos manhosos dela estava me alucinando,segurei na cintura dela e comecei a meter devagar,eu queria assistir o brinquedo entrando nela

Sam:amor,vai um pouco mais rápido
Mon:calma

Senti meu ventre se contrair e mudei de posição,tá gostoso,mas eu preciso durar mais

Mon:senta em mim

Ela se levantou e se encaixou encima de mim,apoiei a mão na lateral do meu corpo e fiquei olhando ela,a vagabunda estava rebolando encima dele com a cabeça jogada pra trás

Mon:meu Deus
Sam:ai mon

Abocanhei o seio dela e ela começou apertar os meus,aumentei a intensidade da vibração e comecei a gemer por que pegou bem encima do meu clitóris

Sam:Eu tô quase
Mon: Eu também,não para de sentar

Ela apoio no meu ombro e começou a subir e descer no membro,agarrei sua bunda com as duas mãos e deixei um belo apertão quando meu ápice me atingiu

Senti seu corpo tremendo e o abracei,a respiração das duas estava muito acelerada

Sam:já te falei que a gente fode gostoso
Mon:acho que não
Sam:então eu pensei

Dei risada e abracei o corpo seu corpo

Mon:banho e cama?
Sam:banho e cama

Ela levantou de mim pingando e eu fiquei olhando

Sam:molhou um pouquinho
Mon: um pouquinho?

Tirei a cinta e estendi a mão pra ela,entramos no chuveiro e tomamos um banho relaxante
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Meses depois

Mon

A tranquilidade que era morar ali não tinha preso,as nossas brigas agora era pra saber quem tinha esquecido de molhar as plantas

Acho que eu ter voltado pra terapia ajudou um pouco,eu tento não faltar e seguir as orientações certinho

Entendi que a sam é tapada e nada vai mudar isso,tenho engolir e aceitar (as vezes dar uns tapas nela)

A única coisa que ainda me pega é o trabalho dela,eu acho muito desconfortável saber que ela está tocando outra mulher,mas fazer o que tenho que aceitar e ficar quieta

Hoje mesmo ela inventou de atender uma moça aqui em casa,ela tinha feito um mini consultório em um quarto e atendia lá quando tinha algum problema com a clínica

Ela estava esperando a menina na porta enquanto eu trabalhava no sofá

Sam: oi pode entrar
- com licença,boa tarde

Ela entrou com uma senhora que julgo ser a mãe dela

Sam: vida vou com ela ali no quarto
Mon: Tá bom

A menina estava grávida e com dificuldade pra andar

Mon: sente-se

A senhora sentou

Mon: quer um café? Uma água?
- obrigado não precisa

Ouvi barulho se choro e a mulher me olhou assustada

Mon: Eu vou ver se está tudo bem
- obrigado

Fui até o quarto e abri a porta de leve

Mon: a mãe dela que saber se está tudo bem
Sam:Sim

a garota da casa ao ladoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora