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A noite estava fria e a lua cheia iluminava as ruas vazias de Beacon Hills. O vento cortante fazia as folhas dançarem, enquanto S/N caminhava distraída, com a mente carregada de pensamentos. Algo dentro dela estava inquieto, como se estivesse à beira de uma mudança importante. Os últimos acontecimentos a haviam feito questionar suas escolhas e sentimentos, e agora, com a escuridão envolvendo tudo ao redor, ela se sentia ainda mais perdida.
De repente, ouviu passos leves, quase imperceptíveis, atrás de si. Ela se virou rapidamente, seus olhos encontrando os de Derek Hale. O rosto dele estava sério, mas havia uma suavidade na maneira como o observava, como se soubesse exatamente o que ela estava enfrentando.
— Você tem o dom de aparecer nos momentos mais estranhos.
Disse S/N, tentando esconder o tremor em sua voz, mas ele percebeu. Derek não respondeu imediatamente, apenas deu um passo à frente, sua presença imponente ainda mais evidente sob a luz da lua. Ele parecia uma sombra, mas uma sombra que a fazia sentir que não estava sozinha.
— Você não está bem.
Afirmou Derek, sem rodeios. Sua voz grave, mas suave, ressoou no ar frio da noite. S/N suspirou, apertando os olhos contra a brisa cortante, como se tentasse evitar as emoções que surgiam dentro dela. Ela não sabia como se abrir para ele. Não agora. Não depois de tudo o que aconteceu.
— Eu…
Começou, mas as palavras pareciam não querer sair. "Como explicar isso para ele?", pensou. Como dizer a alguém como Derek, alguém que tinha tantas cicatrizes próprias, que ela se sentia quebrada?
Derek deu mais um passo, e agora estavam bem perto um do outro. Seus olhos cinzas encontraram os dela com uma intensidade que fez seu coração acelerar. Ele podia não dizer nada, mas o jeito que ele a olhava, como se estivesse esperando por ela, fazia com que algo dentro de S/N se soltasse.
— Você não precisa dizer nada, S/N. Eu sei.
Ele falou com uma calma desconcertante.
— Eu sei o que é estar perdido, o que é sentir que tudo está fora de controle. E eu sei o que é querer algo com todo o coração, mesmo sabendo que a vida nem sempre é justa.
Aquelas palavras ressoaram profundamente em S/N. Ela queria poder ser forte, continuar como sempre fora, mas as palavras de Derek a faziam sentir uma conexão que ela não sabia que poderia existir. Algo que ele, com todo o seu mistério e dor, estava oferecendo sem pedir nada em troca.
— E se eu não souber o que fazer?
Ela sussurrou, seu corpo agora mais tenso do que antes. A dúvida a corroía, e a incerteza a consumia.
Derek a observou por um momento, seus olhos gentis, mas firmes, mostrando que ele entendia, mais do que qualquer outra pessoa poderia. Ele estendeu a mão lentamente, quase como se estivesse oferecendo algo frágil, mas precioso.
— Às vezes, tudo o que precisamos é de alguém para ficar ao nosso lado enquanto buscamos as respostas. Não importa o tempo que leve.
S/N olhou para a mão dele e, por um breve momento, pensou em rejeitá-la. Mas, então, algo dentro dela, um impulso profundo, fez com que ela a aceitasse. Ela sentia uma mistura de medo e esperança, mas havia algo reconfortante em saber que, ao menos por aquele momento, ela não estava sozinha.
— Eu não sei o que o futuro nos reserva, Derek. Não sei se posso seguir em frente com isso.
Disse ela, a voz mais fraca agora, revelando a vulnerabilidade que ela havia escondido por tanto tempo. Derek a puxou um pouco mais para perto, suas palavras um sussurro no vento frio.
— Eu não posso prometer que tudo será fácil, S/N. Mas posso prometer que não vou te deixar enfrentar isso sozinha.
E, naquele momento, S/N sentiu que algo dentro dela finalmente se acalmava. Talvez fosse o fato de que ela não precisava ter todas as respostas agora. Talvez fosse o simples gesto de alguém que se importava, que a entendia sem pressa de julgar. Ela sentiu um alívio inesperado, como se, talvez, ela pudesse começar a olhar para o futuro com um pouco mais de esperança.
Derek permaneceu ao seu lado, silencioso, mas firme, oferecendo-lhe o que ela mais precisava naquele momento: a certeza de que, por mais incerto que fosse o caminho à frente, ela não teria que enfrentá-lo sozinha.
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