Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Jacob Bertrand e S/N tinham sido inseparáveis desde o momento em que se conheceram. O vínculo entre eles era forte, uma amizade que transbordava para algo mais profundo, algo que eles chamavam de "o amor verdadeiro". Mas a vida, com seu jeito imprevisível, colocou à prova o que parecia ser inquebrável.
Era uma tarde chuvosa quando as palavras, como lâminas afiadas, cortaram o coração de S/N. Ela nunca imaginou que algo assim pudesse acontecer. Tudo parecia perfeito entre eles — as risadas compartilhadas, os planos para o futuro, a confiança construída com o tempo. E ainda assim, naquele momento, algo estava errado.
S/N entrou em casa depois de um dia cansativo. O cheiro familiar do jantar que Jacob costumava preparar estava no ar, mas algo parecia diferente. A casa, antes acolhedora e cheia de risadas, estava silenciosa demais. Ela o encontrou na sala, os olhos dele evitando os dela. Ele não precisava dizer nada. O medo estampado no rosto dele já falava por si.
— O que aconteceu, Jacob?
O tom da sua voz, geralmente tão caloroso, agora estava quebrado, trêmulo. Jacob levantou-se lentamente, como se o peso das palavras que estava prestes a dizer fosse o suficiente para deixá-lo sem fôlego. Ele engoliu seco antes de olhar para ela, os olhos cheios de culpa.
— Eu... eu cometi um erro, S/N. Um erro que não posso voltar atrás.
O silêncio entre os dois foi ensurdecedor. O coração de S/N disparava, tentando entender o que ele queria dizer. O que ele havia feito? Como algo tão perfeito poderia desmoronar em um segundo?
— Eu te traí.
Ele disse, a voz baixa, mas carregada de dor. As palavras caíram como uma bomba. S/N sentiu como se o chão tivesse desaparecido sob seus pés. A traição. Algo que ela jamais imaginou que enfrentaria com ele. Ela o amava demais para acreditar que ele seria capaz de algo assim.
—Por que, Jacob?
As palavras saíram como um sussurro, mas elas estavam pesadas, carregadas de dor e confusão.
— O que você fez com a gente? Com o que a gente construiu?
Jacob tentou se aproximar, estender a mão, mas S/N recuou instintivamente. O simples gesto dele, que antes a confortaria, agora a fazia sentir uma distância insuperável. As lágrimas começaram a cair sem que ela pudesse controlá-las.
— Eu... eu não sei o que aconteceu. Eu estava perdido, e... e acabei me deixando levar por algo que não significava nada. Eu sou um idiota, S/N. Eu te amo, mas fiz uma escolha estúpida.
Ele parecia destruído, como se cada palavra o machucasse mais do que a ela. Mas o que Jacob não sabia é que, enquanto ele estava consumido pela culpa, S/N estava se afogando em uma maré de sentimentos confusos. O amor que ela sentia por ele ainda era forte, mas a dor da traição era como um veneno que se espalhava por cada canto de seu ser.
Ela levantou a cabeça, forçando os olhos a se encontrarem com os dele, apesar do peso do momento.
—E agora? O que fazemos agora, Jacob? Como eu posso confiar em você novamente?
Ele tentou mais uma vez, aproximando-se cautelosamente, como se temesse que ela fosse se desintegrar com o simples toque.
—Eu... não sei se posso pedir que me perdoe. Não acho que eu mereça isso. Mas farei qualquer coisa para tentar consertar, para mostrar que você ainda é o meu tudo.
S/N fechou os olhos por um momento, tentando afastar o turbilhão de emoções que a invadiam. O que ela sentia por Jacob ainda estava lá, mas algo dentro dela havia mudado irreversivelmente. Ela não sabia se conseguiria voltar a confiar nele. A dor da traição a corroía por dentro, e ao mesmo tempo, o amor ainda fazia questão de gritar.
Com a voz falha, ela falou:
— Eu preciso de tempo, Jacob. Eu preciso de tempo para entender se eu posso continuar. Mas eu não sei se... eu não sei se posso te perdoar.
Jacob a observou em silêncio, e, apesar de todo o arrependimento em seus olhos, sabia que o que ele havia feito não tinha solução fácil. Ele só podia esperar que, um dia, ela o perdoasse. Que, com o tempo, ela encontrasse no coração dela a força para acreditar nele novamente. Mas por agora, ele se contentava apenas com o fato de que ela não o havia mandado embora de imediato.
Enquanto ele ficava ali, em silêncio, S/N sentiu a dor de algo irreparável. O amor deles, agora, estava marcado por uma cicatriz que ela não sabia se poderia curar. O que antes parecia uma união perfeita agora estava fragilizado por uma mentira que nunca mais seria esquecida.
O amor ainda existia, mas o perdão... esse ainda parecia distante, como uma estrela que ela não podia alcançar.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.