meu vício tinto
era fatiar o pensamento
do penúltimo... ao morgado quinto
em partes de esquecimento
guardando em gavetas
diversas vozes e carinhos
naftalinas e meias
feridas e espinhos
triturada essa tristeza
e memória perfume
agarrar a certeza
e lacrar o que me consume.
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Lua infinita
PoesiaCartas poéticas de intensidades nascidas de um lunático coração.
