Capitulo 3 (Beco)

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Ao soar do meu despertador, me levanto da cama alegre e nervoso pois seria minha primeira vez
Peguei meu revolver, vesti meu paletó, coloquei um capuz e peguei um spray. Eu estava saindo para ir até a escola mas pensei: "armas sempre chamam a atenção, então acho melhor levar algo que não faça barulho."

Deixa eu ver... Que tal essa faca?

Peguei a faca que estava dentro da maleta e fui até a escola.

Chegando lá parei meu carro na esquina,
desci dele olhei para os lados para ver algo suspeito e vi uma única câmera que estava em um poste bem na esquina. Logo ao lado do poste tinha algumas crianças brincando, fui até elas que estavam jogando baseball e perguntei:

- Ei posso jogar? Tenho alguns minutos até meu filho sair da escola... -eu disse com um sorriso no rosto.

- Claro senhor. - Um garotinho respondeu.

- Eu arremesso. - Disse enquanto pegava a bola.

Peguei a bola e arremessei na câmera quebrando ela de uma vez.

- Meu senhor o que você fez? - O mesmo garotinho se desesperou.

- Ops, crianças vamos ser todos presos, a menos que vocês peguem esses 10 reais e vão tomar sorvete, lembrem se, eu nunca vi vocês na vida ok? - Dei um sorriso cínico.

-OK senhor, que eu também nunca vi na vida. - Sorriu pegando o dinheiro.

- Bom garoto!

Fui até meu carro, peguei o spray e passei na placa de trás e da frente. Guardei o spray dentro do carro e fui até o portão da escola, após 20 minutos o local encheu de pessoas que foram buscar seus filhos.

Eu não conseguia ver ninguém suspeito, só que quando olhei para o beco avistei um homem com uma menininha e um saco de balas na mão.

Fui bem devagar até o beco e comecei a segui-lo até um lugar quieto e vazio, fiquei escondido no canto da parede só observando.

- Onde vamos senhor? -perguntou a garotinha toda inocente.

- Chegamos! O mundo do doce fica escondido naquele latão de lixo. - Disse o homem com um sorriso maquiavélico.

- Mas é uma passagem? - A voz doce da garotinha loira perguntou novamente.

- Sim, para você entrar é só beber isso... - Entregou uma pequena garrafa com algum líquido para a pobre garota.

A criança bebeu um liquido estranho e logo caiu no sono. Pit a deitou no chão e começou a tirar a blusa da garotinha.

Filho da puta, hoje não é seu dia de sorte.

Sai do canto sem ser percebido e enfiei a faca nas costas dele.

- Acho que ela não vai pro mundo dos doces. - Digo com sarcasmo.

- Filho da puta. Quem é você? - Gemeu de dor enquanto sua boca sangrava.

- Eu sou o cara que livra o mundo de porcarias como você. - Rosnei. Arrastei seu corpo até o latão de lixo enquanto ele gemia de dor. - Agora e sua vez de viajar, mas não é pro mundo dos doces, você vai pro inferno seu maldito.

- Por favor não! - Implorou enquanto sangrava até a morte.

Fechei o latão e coloquei um saco de lixo encima, peguei a garota vesti a blusa nela e a levei ate o beco perto da escola. Peguei meu celular liguei privado para a policia e avisei a localização da menina.

Fui até meu carro e corri para uma ponte no final da cidade chegando lá desci do carro e atirei meu celular na água para não correr perigo. Peguei um pano limpei a placa do carro, coloquei fogo no pano e joguei ali na estrada mesmo.

BenjaminOnde histórias criam vida. Descubra agora