Capítulo 12

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-Surda? Eu dou-te já o surda.- Elizabeth pegou numa das duas cadeiras com uma mão e lancou-a ao chão assim que esta se partiu ela pegou num pedaço de madeira afiado e espetou na barriga de Damon sem que este se apercebesse para logo de seguida dar-lhe um pontapé entre as pernas.
-Quem é a surda agora, querido?-Perguntou sarcasticamente para logo cruzar os braços.

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-Eu juro tu vais pagar por isto!-Declarou Damon, de joelhos, num sussurro que demonstrava a dor que sentia.
-Ahahaha, promessas, promessas....
-Sua....
-Por muito que goste de te ver a sofrer podes a levantar-te é que estás a fazer com que fique dobrada.-Reclamou Elizabeth.
-Agora aguenta, a dor não passa a voar!
-Despacha-te, eu quero sair daqui ainda hoje, lento, até as tartarugas despachavam-se mais depressa que tu.-Disse Esta.
-Mas as tartarugas não têm um junior dentro das cuecas!-Contra-atacou Damon.
-Não sabia que as tartarugas usavam cuecas, bem ou que tu usavas cuecas. - Troçou Elizabeth
-Eu uso boxer que é praticamente mesma coisa!-Exclamou este.
-Sim, sim....
-Queres que te prove?-Perguntou Damon com um sorriso malicioso.
-Dispenso, para de ser infantil e despacha-te a levantar-te temos que sair daqui antes que aqueles idiotas voltem.-Disse Elizabeth puxando-lhe para cima com a mão que tinha algemada à dele.
Ao tentar puxa-lo para cima, Elizabeth foi contra seu peito assim que este se levantou num movimento brusco que levou esta a ir contra ele.
Elizabeth sentia seu coração a bater a mil à hora, devido à proximidade deles. Esta levantou a cabeça e deparou-se com uns olhos, que vezes são azuis e outras cinzentos, mas desta vez estavam azuis, mas não um azul qualquer e sim um azul intenso, o mesmo azul que a fazia estremecer. Damon olhou para os olhos desta que estavam dilatados, mas quando este abaixavasse para a beijar, Elizabeth, desviou-se e deu um pontapé na porta fazendo com que ela caísse no chão.
-Vamos!- Exclamou Elizabeth.
Damon sem a contrariar seguio-a.
-Aonde vamos?-Perguntou o mesmo.
-Para um sitio onde os teu queridinhos amigos não possam entrar sem a minha autorização.-Respondeu-lhe esta.-Agora anda rápido antes que eles voltem.
....
-Finalmente chegamos!-Declarou Elizabeth, ao entrar em sua mansão Ford.
-Sério? Este é o sitio onde eles não podem entrar? A tua casa?-Perguntou Damon sarcástico.
-Damon, Damon, Damon, há coisas sobre mim que tu não sabes e não queiras saber para o teu bem então confia em mim quando digo que eles não podem entrar sem a minha autorização.-Disse Elizabeth- Além disso se não te falares ainda te Bato com um martelo na cabeça!
-Sim pois, acredito mesmo nisso.-Disse este sarcástico.
Elizabeth limitou-se a olha-lo para depois ir em direção à cozinha puxando este com ela.
Ao chegar à cozinha esta tirou um martelo da gaveta.
-Ei!Calma, calma não é caso para tanto eu só estava....
-Por amor de deus, Damon, cala-te!-Exclamou Elizabeth irritada.- Se eu quisesse te dar com um martelo não achas que já o teria feito?
-Sei lá, eu não te conheço!-Declarou Este.
Elizabeth desviou o olhar pois não queria demonstrar como aquelas palavras lhe magoaram.
-Tens razão numa coisa!-Declarou Elizabeth, enquanto olhava pela janela, para o exterior.
-Sobre?
-Tu não me conheces, Damon, e eu garanto-te que tu não vais querer me conhecer porque ai não há volta atrás!-Esta com a mão algemada puxou a dele e po-las em cima do balcão e com a outra mão, que segurava o martelo, puxou para trás e mandou contra as algemas com o objetivo de partir as algemas o que fora vão.
-O que queres dizer com isso?-Perguntou Damon arqueando a sobrancelha enquanto tentava olha-la nos olhos
-Tivesses percebido o aviso está dado!-Elizabeth voltou a tentar a sua sorte com as algemas, o que fora mais uma vez em vão!-Porque raio essa bosta não se parte?!
-...
-tu nem te atrevas a dizer alguma coisa!-Ameaçou Elizabeth, ao ver Damon a abrir a boca.
-Aaah....
-Acho bem!- Elizabeth puxou Damon, abriu uma porta tirou uma cerra para logo a ligar.
-ouoooh o que vais fazer com isso?
-Não é óbvio?-Disse Elizabeth.
-eu não vou deixar-te fazer isso!- Damon declarou.
-oh não podes tar a falar a sério! Tu tas com medo.
-Nao não tou, mas não vou te deixar fazer isso...
- ahahaha tas com medo-Elizabeth gargalhou.
-Eu nao estou com medo, so nao quero o meu braço arrancado!-Declarou Damon com a sobrancelha franzida.
Elizabeth olhou-o fixamente para de seguida encolheu os ombros e ligou a cerra.
Quando estava pronta para a por na cerra, esta ouviu um barulho vindo da entrada e soube logo quem era.
-Roxanne!-Chamou-lhe.
Esta foi em direção a voz da sua Mãe e ficou em choque ao ver a sua mãe algemada mas ficou mais quando viu a quem esta estava algemada.
-Mae, o que esse homem faz aqui?- perguntou Roxanne rosnando.
-Sabes, querida, seria tão bom se tu nos soltasses.
-Mas...
-Roxanne, AGORA!-Ordenou Damon num tom de pai.
-Ai, sim. Dê-me uma razão.
-Porque eu sou...
-És o quê, o cabeçudo?-Perguntou Roxanne rosnando.
-Eu....
-CHEGA!-Gritou Elizabeth fazendo-os parar e olharem para a mesma. -Voces estao a comportar-se como duas criancas.
-Crianças mae? Tu nem sabes o que este fez! E alem disso tu es o quê? Diz logo de uma vez, seu panaca.
-Eu sou teu Pai!



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