" Já vou! " Digo a minha mãe que me chamava do andar de baixo.
Hoje eu irei pra casa da minha tia passar uns tempos enquanto a minha mãe tira umas férias no Havaí, segundo ela, ela esta precisando de um ' Descanso ' e eu, por encrível que pareça também acho.
A maioria das garotas iriam reclamar por ficarem sem suas mães, mas acontece que eu entendo a minha mãe, ela anda muito cansada esses tempos e eu não faço questão que ela tire essas férias.
" Tudo pronto? " Pergunta assim que chego ao seu lado.
" Claro, já podemos ir! " Falo ajeitando a alça da bolsa que teimava cair dos meus ombros.
" Vamos, então. " Saímos de casa e ela finalmente tranca a porta e vem até o carro onde me encontro.
Durante o caminho, conversava-mos sobre a minha escola e como eu devo me ' Comportar ' na casa de minha tia Flora.
Reviro os olhos.
As vezes a minha mãe esquece que eu já tenho quatorze anos e não cinco. E isso me irrita.
Demais.
" Mãe, " Aterro a minha cabeça no banco do carro frustrada. " Eu já sou bem grandinha, Ok? "
" Você só tem quatorze Lana! " Ela exclama com um franzir de sobrancelha. " Ainda é a minha bebê! "
Reviro os olhos pela décima vez.
" Arg! " Murmurro baixinho olhando pela janela.
" Eu ouvi isso! "
Sorrio.
" Desculpa. " Peço e ela também sorri.
" Bem, chegamos! " Ela fala.
Olho para fora e vejo uma mulher jovem, aparentemente trinta e cinco anos , parada em frente a uma casa cor amarela com um lindo jardim em sua frente , dando assim, um aspecto familiar a mesma.
" Flora, essa aqui é a minha filha, Lana. " Minha mãe apresenta-me a sua irmã, que por acaso é minha tia e eu sorrio.
" Prazer, Lana. " Sorrio docemente para a minha tia que retribui o gesto.
" Oi, Lana, o prazer é meu em te conhecer, " Ela estranhamente passa a mão pelo meu cabelo. " Linda e doce. Igualzinha a mãe. " Ela sorri ainda mais. Me deixando corada no mesmo instante.
" Nos vemos daqui à seis meses, filha. " Minha mãe deixa um beijo castro no topo da minha cabeça e eu a puxo num abraço.
" É, nos vemos mãe, se divirta. " Nos soltamos e ela faz o seu caminho para o carro arrancando com o mesmo.
" Vamos, entre. " A minha tia fala assim que minha mãe desaparece com o carro.
" Oh, claro. " Respondo entrando de seguida na casa.
" Eu amei o seu jardim, tia Flora. " Elogio assim que me sento no sofá de couro da sala.
" Oh, me chame só de Flora, sabe que não precisa ser formal quando sua mãe não esta. " Dá uma piscadelada e eu rio.
" Ok, Flora! " Falo mais animada.
Ela ri.
O meu quarto era não muito grande mais também, não muito pequeno. Eu amei-o.
Derrepente me bateu uma súbita vontade de ir dá uma volta lá fora.
" Flora, " Chamo descendo as escadas.
" Oi, querida! " A minha tia aparece de avental branco em volta de seu corpo e eu sorrio com a imagem.
" Eu...posso dar uma volta? " Pergunto insegura. Afinal, eu acabei de chegar.
" Claro querida, mas volte antes das oito, Ok? " Meu queixo quase cai por ela ter deixado tão facilmente.
" Sério? " Pergunto ainda um pouco incrédula.
Ela assente rindo.
Eu saio e Bato a porta levemente.
Olho em volta para o céu azul limpo e as árvores verdes e cheia de flores. O tempo está perfeitamente lindo e fresco.
Saio andando pela calçada e explorando cada canto desse lugar.
Ando mais um pouco e paro numa rua, ou melhor, uma espécie de beco.
Bom, o que pode acontecer de mal? Além do mais esta pela manhã. Puff! quem seria burro de fazer algo?
Entro no beco sem preocupação de nada e sorrio assim que vejo o final dele próximo.
Caminho mais um pouco e escuto um ' Back ' vindo de um espaço desconhecido daquele local.
Resolvo avançar os meus passos.
Talvez tenha cido uma pécima idéia entrar aqui.
Outro barulho e eu salto levemente. Minhas pernas dão impulso para correr
Mas uma mão vai de encontro com a minha boca.Ai meu deus!
" Quietinha "
E é só isso que ouço antes de apagar e o meu corpo amolecer feito manteiga.
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Amor Sádico • Z.M
FanfictionLana. Zayn. A inocência de uma garota de 14 anos. A impureza de um homem de 27. A virgindade. O sadismo. Ela nunca havia feito algo igual. Ele havia vadias e mais vadias para satisfaze-lo. Ela nunca pensou em gostar. Ele nunca pensou em se viciar n...