Olhares atentos, outros nem tanto, eram direcionados para a professora, que explicava detalhadamente a matéria, apontando alguns fatos anotados no quadro negro. Até que algumas batidas foram ouvidas, vindas da porta, estas que atrapalharam toda a explicação da jovem, fazendo-a soltar um leve suspiro em frustação.
A moça caminhou até a porta da sala e a abriu minimamente. Trocou algumas palavras baixas com a pessoa do outro lado e deu espaço para a mesma entrar.
— Olá, alunos. — Disse a mulher de idade, caminhando para à frente do quadro negro. Levou suas mãos para trás de suas costas, recebendo olhares curiosos para si. — Devem estar se perguntando o que estou fazendo aqui, certo? — Indagou, arqueando as sobrancelhas.
Recebeu em uníssono um "sim", prontamente voltando a falar.
— Bom, vocês mais do que ninguém sabem que eu prezo muito pela imagem deste colégio, afinal é meu dever como diretora. E, infelizmente anda rolando boatos por todo o colégio de que um aluno desta classe está espalhando revistas para maiores de idade pros alunos do fundamental.
O lugar foi tomado por murmúrios, estavam chocados com o que haviam acabado de ouvir.
A grisalha bateu palmas chamando a atenção novamente.
— Prestem atenção, não é nada educado interromper alguém. — Pigarreou. — Vou ser boazinha, e deixar que o causador ou causadora de toda essa confusão assuma sua culpa, na frente de todos aqui, depois iremos juntos até a sala dos menores e será feito um pedido de desculpas lá. Assim, receberá um castigo mínimo por sua sinceridade. Mas, se não houver nenhum tipo de manifestação, tomarei medidas drásticas, ele ou ela será punido de uma forma mais bruta, pode ocorrer até mesmo a expulsão. Então, o indivíduo sem noção que fez tudo isso, pode agora, assumir sua culpa e todos nós ficaremos muito gratos.
Um silêncio instalou-se. A mulher olhou no rosto de cada um naquele cômodo, esperando alguma reação ou algo parecido, não houve nada.
— Já que é assim, a mochila de todos será revistada, eu tentei. — Cruzou os braços. — Professora, a senhorita, pode pedir a sua sala?
A outra mulher, concordou com a cabeça.
— Alunos, peço que abram suas bolsas e as virem sobre a mesa.
E assim foi feito, cada um dos estudantes abriram suas mochilas e viraram sobre suas mesas, mas apenas uma, continha as revistas inapropriadas.
— O quê? — Exclamou a garota. — E-eu não sou a dona destas revistas.
Sentiu vergonha por todos os olhares que receberá, seu rosto começou a ganhar uma coloração avermelhada.
— Senhorita, Jeon Somi, peço que se contenha e me acompanhe até a diretoria, pois será devidamente punida pelos seus atos.
— M-mas, essas revistas não são minhas, eu não fiz nada disso. — Falou exaltada.
A diretora revirou os olhos, sua paciência logo não estava mais presente.
— Contra fatos não há argumentos, minha cara. Não estou afim de perder meu precioso tempo com rebeldia de aluna, ou me acompanha, ou será convidada a se retirar do colégio, então?
Somi, deixou seu olhar cair sobre o chão, enquanto caminhava para fora da sala, junto da diretora.
Assim que a professora fechou a porta, começou o falatório, até mesmo alguns davam risadas.
No fundo da sala, na última carteira; uma garota pálida, com os cabelos alaranjados, mandava uma mensagem para sua namorada, anunciando que o plano havia dado certo.
[…]
— AE, PORRA!
Exclamou uma Momo com o celular em mãos, dando um pulo do banco no qual estava sentada junto de suas amigas, as outras, arregalaram seus olhos, assustadas com a atitude repentina da loira.
— Eu sou foda, falei que ia dar certo. Chupa mundo. — Fez uma dança da vitória estranha, sorrindo alegre.
— Que foi, doída? — Perguntou NaYeon, querendo correr da garota assustadora dançando.
— Eu quero agradecer à minha família, ao meu fã clube e a todos que acreditaram na minha capacidade, valeu, tamo junto, uhu. — Bateu palmas, rebolando a bunda.
— Gente, será que no lugar de jokbal, ela ingeriu drogas? — Disse Mina, olhando para as outras duas que deram de ombros.
Jihyo, se levantou, indo até Momo e lhe acertando um tapa certeiro no rosto, fazendo a loira gritar e colocar a mão sobre a região atingida.
— Aish, sua louca, qual a necessidade disso? — Seus olhos encheram de lágrimas.
— Eu sou a louca? Me dá isso aqui. — Falou pegando o aparelho das mãos dela e olhando para a tela.
Logo soltou um grito e começou a dançar igual sua amiga estava antes.
— Credo, parem! Que visão do inferno, hurg. — NaYeon cobriu os olhos.
— A VINGANÇA DEU CERTO. A DAHYUN ACABOU DE AVISAR!
Jihyo esticou o celular para Mina, a japonesa pegou e leu rapidamente a recente mensagem.
— Meu forninho caiu, socorro!
NaYeon olhava toda a cena de suas amigas com uma certa vergonha alheia, porém, ela também estava gritando, só que internamente. O plano deu certo, não poderia estar mais feliz. Também chegou a conclusão de que não irá mais deixá-las verem vídeos brasileiros na internet.
❁❁❁❁
oi, meninxs
eu tinha escrito esse capítulo,
mas acabei apagando
o rascunho, pois sou
muito burra
ai cortei a parte delas
colocando as revistas na
bolsa da somi dps avisando
a diretora, sorry now
acabei por reescrever
várias e varias vezes,
ainda sim, não curti mt ele
espero que tenham
gostado!
obrigada pelos comentários
e votos, vocês são incríveis!
see ya ♡.
obs: mt orgulho das minhas
meninas twice no twiceland,
pena que sou pobre fodida e
nunca vou poder ir #chyei.
mt ansiosa pro
comeback eu.
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bullying
Fanfiction[Texting] ChaeYoung sofre bullying no colégio e Mina começa a enviar mensagens a ela.
