Assim que ele teve alta nós fomos pra a tal "surpresa", é lógico que eu não deixei ele dirigir! Não estou querendo morrer agora é muito menos que ele morra então pegamos um táxi, quando ele viu que estava perto colocou uma venda em meus olhos. Sinceramente eu não gosto de ficar ansiosa!
Theo: pronta?
Eu: vai logoooo!
Theo tirou a venda dos meus olhos e me deparei com uma lagoa extremamente linda! O clima estava perfeito, a água era "azulzinha" e tinha grama envolta e cheio de flores e árvores. MEU DEUS EU AMEI!
theo: eai? Gostou?
Eu: não.... - disse com a boca aberta mas logo depois virei pra ele- eu amei, tipo AMEI, A-M-E-I, com todas as letras - falei pulando em cima dele com as mãos em seu pescoço e as penas em sua cintura. Ele colocou as mãos em minhas coxas pra me segurar e me beijou. E depois fomos pra beira da Lagoa. E ficamos com os pés dentro d'agua
Eu: eu gosto desse tipo de lugar, eu me sinto tão..... bem.
Theo: eu sei por isso te trouxe aqui!
Me abraçou e ficamos um tempinho ali depois ele me deixou em casa de táxi, pediu pro moço esperar e me levou até a porta.
Theo: beijo marrentinha- disse e me beijou - tchau
Eu: tchau! - quando abri a porta e entrei em casa acho que entrei em choque, meus olhos se encheram de lágrimas e eu estatelei, fiquei literalmente paralisada, meu pai, meu pai estava quase se pegando com uma mulher no sofá de casa e ele nem tinha percebido que eu estava ali até que a porta bateu atrás de mim, ele interrompeu o beijo e me olhou.
Carlos: filha, eu.... - o interrompi
Eu: VOCÊ O QUE? TÁ TRAINDO A MINHA MÃE? A SUA FAMÍLIA? NÃO PRECISA DIZER EU JÁ VI, como você teve coragem? Como a mamãe vai ficar? Você não presta! - falei chorando e com muita raiva
Carlos: filha fica calma - falou chegando perto de mim, mas eu dei um passo pra trás.
Eu: NÃO ME TOCA, VOCÊ É NOJENTO, TENHO VERGONHA DE VOCÊ SER MEU PAI. E cadê a mamãe? Por que você voltou mais cedo? CADÊ ELA?
Carlos: ela tá.... ta lá em nova York.
Eu: o que você disse pra poder voltar?
Carlos: nada... - eu o olhei com uma cara de que sabia que ele tinha feito alguma coisa e completou - falei que pediram pra eu voltar que tinha uns assuntos do trabalho aqui é que um de nós teria que ficar lá! - eu senti muita vergonha, nojo... por ele ser meu pai, eu não estava acreditando nisso.
Eu: como ele pôde fazer isso com ela? Comigo? E com o Thomas? Eu não conheço ele! Não pode ser o meu pai, nao pode!
Eu: VOCE NÃO É MEU PAI! NÃO PODE, O MEU PAI JAMAIS FARIA UMA COISA DESSAS COMIGO, COM A MINHA MÃE E COM O MEU IRMÃO! - comecei a chorar desesperadamente e logo me senti tonta, botei a mão na cabeça e arquejei, logo depois todo escureceu e eu perdi o peso.
Acordei em um quarto branco, eu estava deitada e a minha visão estava embaçada mas logo depois melhorou e vi que estava em um hospital. Olhei pro lado e o Carlos estava lá. E eu já comecei a ficar agitada de novo
Eu: não consigo mais chamar ele de pai, nao consigo
Carlos: filha, que bom que você está bem! - falou vindo colocar a mão em minha testa mas eu afastei a cabeça me contendo pra não chorar.
Eu: que que você tá fazendo aqui?
Carlos: voce desmaiou filha, e eu te trouxe ao hospital, e o médico disse que foi uma queda de pressão.
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O Idiota Do Popular
Fiksi Remajamalia hale uma menina antes tímida mas agora bastante marrenta, e que não se entrega ao amor, principalmente pra aqueles que ela não gosta, como é o caso de theo, o pegador mais popular da escola que a única que ainda não pegou foi ela, e será que e...
