Capítulo I

62 7 5
                                    

Numa manhã de segunda-feira, Avril desperta em seu quarto com um barulho. De um sono profundo ela levanta assustada sem saber o que acabou de acontecer.

Achando que é alguém de sua família, a garota chama por eles, pai, mãe e irmã; mas ninguém a atende.

Ela, vendo algo pela janela, se aproxima. Levando um susto enxerga uma garota olhando para o quarto dela segurando um relógio preso a um colar, como se estivesse com pressa.

Avi, então, sai correndo e vai até a garota mas não a vê mais, pois ela entra no caminho para a floresta.

Olhando para os lados, procurando, não encontra ninguém. Ela decide entrar na floresta para procurar.

Entre as árvores, há um portão, porem estava trancado e pelas frestas  avista a tal menina. Querendo saber quem e  porque estava olhando sua casa, ela escala o portão e quase cai na metade do caminho, escorregando mas conseguiu chegar onde queria.

Chegando em cima do muro, sem saber como descer, ela pula e cai em cima de alguns arbustos de Margaridas brancas, que aliás eram as preferidas dela. Se levanta e vê um rastro de folhas voando e sai correndo pra achar a garota.

30 minutos procurando e nada, Avril, agora, estava perdida.

Andando mais pro meio da floresta e se perdendo cada vez mais, ela senta perto de uma árvore para descansar. De repente ela ouve uma voz, uma risada que a deixou assustada:

— Hahahahaha. Carne fácil. -Disse uma garota que estava com um casaco azul escuro e uma faca em suas mãos, falando com Avi enquanto mechia e brincava na arma.

Ela, assustada, olha para trás e a garota está em cima de outra árvore, mas não era a mesma menina que a encarava, balançando as pernas e olhando para ela. Descendo rápido, a menina vai em direção a garota de estatura média, vestido branco e cabelos negros e pele branca, Avi.

Ela levanta e sai correndo dali, não queria virar almoço de ninguém.

A garotinha ria, bem alto, vendo a garota fugir.

Mal sabia que ela estava indo mais a fundo na floresta, mas nem sabia qual floresta era essa e a sua imensidão, ela só fugia, sem saber para onde ir.

Não sabia nem porque estava ali. Onde está minha família?- Ela pensava- Que lugar é esse? Aquela casa... Não era a minha casa.

Aokigahara ForestOnde histórias criam vida. Descubra agora