Sinuhe Cabello uma cientista destituída de seu cargo por ser pega em flagrante fazendo experiências genéticas proibidas com seres humanos,começa a ser caçada, a mesma encontra refúgio em uma ilha distante de tudo e de todos e lá constrói o seu palác...
só demorei isso tudo pra postar porque fiquei desanimada, ninguém demonstrando estar gostando :/ nas verdade só algumas pessoas e é por elas que estou aqui
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[08 de Dezembro - 2006 ]
Depois dos procedimentos realizados em todas as experiências, por sorte ou competência da própria Sinuhe ficou tudo bem, o parasita foi removido e ambos estavam se recuperando, Ally curou o ferimento pós operatório, estavam cada um em seus ''quartos'' se recuperando e sendo devidamente medicados por uma das enfermeiras que ficava lá, Megan.
-Mani, você está bem?
-pra falar a verdade não
-o que está sentindo?
-decepção! me sentindo um monstro! nunca me senti assim por causa do meu poder mas agora estou sentindo
-por causa da Keana?
-exatamente, eu matei ela Dinah! a garota não merecia, deveria estar aqui também se recuperando, ela era linda, jovem!
-eu sei, mas não teve culpa, estava mal também e não conseguiu controlar seus poderes, não se sinta um monstro, primeiramente se fosse realmente um nem estaria ai triste por conta disso, simplesmente não sentiria nada, estar mal prova o quanto sua parte humana fala mais alto, somos humanas na verdade, só temos uma pequena diferença das outras pessoas
-não me acha um monstro então?
-claro que não -a loira se aproximou depositando um beijo no rosto dela -você é uma das pessoas mais incríveis que eu já conheci
-fala isso porque não conheceu muitas
-não, eu falo porque eu tenho total certeza e convicção do quanto especial você é
-fica aqui comigo?
-na sua cama?
-é, não quero me sentir sozinha dj, por favor
-tá, eu fico
Dinah se ajeitou na pequena cama e deitou-se grudada a morena. Camila tinha acabado de sair do banho e secava seus cabelos para ir pra cela de Lauren e levantar mantimentos para ela se alimentar, não usava mais a pulseira de proteção e estava deixando de injetar o líquido inibidor, confiava na garota e não tinha medo algum dela. Depois que estava pronta saiu do quarto encontrando com Clara
-Clara! eu queria mesmo falar contigo
-comigo? aconteceu alguma coisa pequena?
-na verdade sim, temos que ter uma conversa em particular, pode entrar no meu quarto um minuto?
-claro, mas agora estava indo atender um pedido de sua mãe, podemos deixar para uma outra hora?
-tudo bem, quando estiver desocupada é só me procurar