58- Vingança 🔫☠

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O ferro carregado no bolso da jaqueta
Um bom motivo e um mal momento ...

♣♣♣


~ Alguns dias depois~

- Oi papai!

Os dias se passaram rápido. O ódio que estava dentro de mim só alimentava a sede de vingança que eu tinha. Passei dias, noites preparando tudo. Para o fim, para dar fim a essa vingança. Nunca mais fui visitar Jonas. Isso poderia meche comigo, me deixando vulnerável. Uma coisa que eu não posso aceitar. Mais as meninas vão sempre, principalmente a Naelly, ele se encontra no mesmo estado.

E agora de frete para a pessoa que causou isso tudo. Me sinto até um pouco aliviada, só por saber, que está prestes a acabar.

- Não sabia que teria visita hoje- ele diz. Esse jeito dele de agir como se nada tivesse acontecendo só me deixa com mais raiva ainda. E parece que ele sabe disso.

- Vamos abri o jogo certo- falo e me sento na cadeira, ficando em sua frente. - A sós- digo.

- Vão!- diz para os seus​ homens saírem do seu escritório. Eles sair. Mas somente os meus ficam. Diguinho, VN e FP vinheram comigo, com mais alguns, os outros nem sonham que estou aqui.

- Podem ir- falo. Eles até não aceitaram bem, mais acabaram saindo.

- O que quer saber querida?- pergunta.

- Tudo que não sei- falo e penso- sobre minha mãe.....

- Uma idiota burra- diz- Eu não queria ter filho nenhum, foi só uma noite e aquela puta engravidou. Mais ai ela veio atrás de mim, pensei que ela queria dar o colpe dá barriga, mas a coitada tinha sido expulsa. - rir- Marquei a consulta pra ela aborta. Eu iria tira de um jeito ou de outro. Mas no dia ela disse que era um menino- fala- E eu queria o menino. Mais quando ela teve, vir que era uma menina... Você- diz e se alevanta- eu batir, batir muito nela,  deixei ela quase desfalecida. Mas  ela não morreu...

- Onde ela tá?- pergunto.

- Ela ouviu eu dizer que iria matar ela e você. E eu iria,  então ela furgiu- fala- No outro dia soube que ela tinha morido. Mas salvo você. Então procurei por você querida. Deixei você ser criada pela aquela família, quando você estava de maior, fui até a eles e disse que a queria, eles não quiseram me devolver. Então mandei sequestrar eles e você, matar eles em sua frente foi   um ensinamento, uma brilhante ideia que tiver não. O resto você sabe - diz sorrindo- que história não.

- Você é psicopata- falo.

- E você não é não?- diz.- Você é igualzinho a mim

- Não eu não sou- falo e me alevanto.

- Matar um homem, por pura vingança, não é uma coisa normal, então imagine matar o próprio pai- fala- ou vai dizer que você veio até Aqui pra conversar comigo?


- A culpa é sua - falo- você matou as pessoas que eu mais amei, e por sua causa, meu irmão está no hospital- falo.

- Fiquei sabendo, eu não sinto nada- diz.


- Você não é e nunca será meu pai, você é só um homem, o homem que destruiu minha vida- falo pegando minha arma e mirando nele. Ele tenta pegar a sua que estava na mesa. Mas eu dou um tiro em sua mão. E pego a arma jogando longe.

- Sério que você vai mata seu próprio pai?

- Como eu disse, você não é meu pai- dou um tiro em sua pena fazendo ele cair.

- Você é igual a mim- diz - pode me mata, isso vai só confirma- diz.

- Eu não vou te matar- falo. Ele me olhar sem entender. - Eu não sou igual a você.- digo. Entra na sala um dos homens que vinheram comigo.

- Outra pessoa me Matar não mudar nada, a culpa será sua de todo jeito.- diz.

- Eu sei! Mas não será eu a fazer isso, não quero suja minhas mãos- falo e saio da sala.

Diguinho, VN e FP, não falaram nada. Ótimo. Depois de jogar álcool em toda a casa, será um desperdiço.

Olho pra trás e vejo o fogo cobri toda a casa. Uma lágrima cair. Arranco com tudo com moto. Sozinha, é o que eu preciso, está sozinha.

Então fui para a praia. Um lugar deserto, que poucos sabia.

Agora eu era a menina de  antes, fraca, chorona. Chorei, por tudo, me permite isso. Era uma mistura de sentimentos. Uma confusa só. Era medo por perder meu irmão. Saudades dor, pelo os meus pais. Alívio. Pois sei que isso acabou. Que agora eu posso viver, sem ter aquela vingança em minha mente.

Suspirei fundo e descidir​ atender o celular. Tinha não sei quantas ligações perdidas. Era a Naelly.

- Oi...

- Ele acordou!









VingançaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora