Capítulo 4
Confuso e perdido, Karl viaja por um mundo paralelo. Logo, é capturado por um grupo de espécie desconhecida. Contudo, Karl é aprisionado e adormece no meio da viajem, enquanto chega a tal destino.
Ao acorda, não me encontrava mais preso naquela carroça, estava em um quarto fechado e pequeno. O teto não era muito alto, a porta era de madeira bem resistente, apenas dava para espiar por baixo dela. A ventilação era péssima, e a aluminação vinha de uma pequena janela com grades, e havia apenas um banco ao meu lado. – O que eles pretendem fazer comigo? Me apoiei na parede, nada me via na mente, até que ouso um barulho vindo de fora. – Kllpam!!! (Idioma desconhecido).
Rapidamente me abaixei para dá uma olhada e ver o que passava do outro lado. Havia um corredor comprido e com várias portas com o mesmo padrão que a minha; provavelmente era onde ficavam os outros prisioneiros. Ouvi passos se aproximando, rapidamente voltei para o meu canto e fingi que estava dormindo. Os passos pararam até a minha porta, e ouso ela se abrir. - MasumeYane!! (...). Confesso que suei frio na hora, mas a porta se fechou e os passos foram se distanciando. Ao me virar vi um pote de comida, era gosmento e possuía misturas de insetos estranho, sem opção, comi o que tinha.
Assim, mais um dia preso como se fosse animal. Então ouvi novamente os passos se aproximando, e repeti o mesmo gesto que anteriormente. Rapidamente entraram no quarto e me “acordaram” em seguida, amarram minhas mãos e me levaram para um outro quarto. Ao entrar lá, era muito maior, só que junto com os outros prisioneiros. Na parede havia uma prateleira cheio de armas, machados e escudos, e eles estavam escolhendo e se armando com elas. – Provavelmente não vem coisa boa!! Não tive escolha e peguei um pequeno machado, pois não imaginava o que vinha pela frente. Então, encaminharam a gente por um outro quarto ainda maior, nele havia um grande portão com grades; uma grande luz passava por ele e não dava para ver o que tinha do outro lado. Não demorou muito para abrirem o portão. – Que barulho é esse vindo de fora? Vinha várias vozes saindo do portão, que se assemelhava há uma grande plateia ou um conjunto de pessoas.
Realmente! Era uma grande arena, e um grande público em volta. Eu olhei claramente para eles, e todos tinham vestimentas e cores diferenciadas, envolvia uma grande biodiversidade de culturas e espécies ali. A arena era enorme, com grande muros e portões enormes com grades muito bem reforçadas. – Contra quem a gente vai lutar? Perguntei olhando para os lados, e pude notar expressões de medo e tensão entre alguns prisioneiros.
Porque colocaram a gente em uma arena como essa? Sendo que eu e pelo que parece os outros não tem experiência com lutas!? (...). Logo ouvi uma grande trombeta sendo tocada, e o que tudo indica é que o evento já ia começar! Olhei fixamente para a assistência e percebi uma parte isolada, é como se fosse um canto “Vip” onde fica os maiorais. Eles pareciam ser modernos, usavam roupas tecnológicas e seus padrões físicos eram diferenciados, seus olhares estavam fixamente atento para nós.
Os 4 portões foram se abrindo lentamente, e conforme ia abrindo todos nós íamos se preparando para o combate. Uma grande criatura felina saiu do primeiro portão, nos outros dois saíram uma espécie de cachorro sem pelo, eles eram horríveis e violentamente agressivos. Já no último portão saíram 20 arqueiros e guerreiros. E todos foram se confrontando entre si. Era uma bagunça, combate em todos os cantos e mortes violentas. Tudo que eu fazia era correr e gritar feito uma garota. Para cada morte, a plateia soltava um grito sincronizado se empolgando com o massacre.
O felino aterrorizava a todos, mas os ataques em conjuntos de flechas e espadas derrotam o grande animal. Assim, o número foi diminuindo e logo, eu seria o foco deles! Então, me escondi em baixo do felino morto até que o evento terminasse. Corpos e sangue por todos os lados, e apenas um guerreiro sobreviveu, e ele estava me procurando! – Hackan Opiek Asc!! Gritou bem alto o guerreiro enquanto andava em minha direção. – Será que ele me viu? Não é possível! O guerreiro parou e apontou a espada em minha direção. – Hackan!! Percebi que ele me deu a chance de me levantar e me armar. Era um desafio, então rapidamente peguei meu machado e me posicionei contra ele. – Por favor, não precisamos lutar! Disse muito tremulo. – Nio, Fin Pick wkho (...). Respondeu calmamente o guerreiro. E ele foi em minha direção.

VOCÊ ESTÁ LENDO
Fingers
General FictionFingers: Ácido Rochosy Espécie criada por laboratório (PANG) - Pesquisas Avanças Nova geração - em décadas antigas. A base de células humanas, cientistas buscavam meios de criar uma cura para o câncer. As bactérias criadas por experimento eventual...