17 - Diana Jauregui...

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Meus queridos, desculpa a demora é que tô na correria no trabalho e estou a caminho de uma nova posição na empresa, então por isso não estranhem a demora... Vamos ao capítulo!

Pov Deusa suprema Jauregui

Hoje é sempre um dia feliz, não importa se eu estou triste, se comi bem, se transei ou se fui pra solitária, ela faz qualquer dia de merda, ser uma merda de um arco íris, todos que são próximos a mim já se acostumaram com o meu ótimo humor depois de suas visitas, eu me sinto tão radiante ao vê-la, que até sorrio pras paredes, podem até estranhar, mas pra eu sorrir aqui dentro, a piada tem que ter sido muito boa, se bem que recentemente eu tenho sorrido mais do que antes, mas isso já se era de imaginar, com uma mulher como aquela não tem como não sorrir, Camila tem virado meu mundo do avesso e eu nunca gostei tanto da bagunça. Meus Deus, estou suspirando, eu sou mesmo uma idiota apaixonada, enfim, o meu foco hoje é ela, a outra garota da minha vida, minha garotinha, minha bonequinha que infelizmente, hoje vejo menos do que gostaria.

-- Mamãe! Que saudade, eu já tinha falado pra tia Madelaine que eu quero ver a senhora mais vezes, mas ela não me trás!

Ela me abraça e fala tudo de uma vez. Tão afobada... Me abaixo e a abraço apertado, sentindo seu cheiro, percebo que mudou de perfume, não tem mais aquele cheirinho de bebê que ela usava até dois meses atrás, me afasto e a olho bem, ela para e me deixa examina-la, sempre faço isso.

Estreito o olhar, está com os cabelos curtos, percebo que tem algum brilho ou Baton que a deixa com os lábios mais rosados e o lápis de olho ainda meio fraco me faz levantar uma sobrancelha pra ela, que imediatamente desvia olhando pro lado e mordendo os lábios, uma mania que pegou de mim.

Olho para Madelaine Petsch, a ruiva linda que hoje é uma grande amiga, ela me olha e sorrir de lado.

--Não vai me cumprimentar Lauh?

Levanto e a abraço o máximo de tempo possível, pois logo sei que já já vão mandar nos afastarmos.

--Uma coisa não mudou, seu cheiro de Carolina Herrera 666 ainda é o mesmo ruiva.

Ela se afasta e me olha séria, mas logo estamos rindo e nos sentamos, Diana se senta em minha coxa direita e se aconchega em mim, dou um beijo em sua testa e começo a conversar com Mad enquanto faço carinho na Di.

-- Esse seu humor nunca muda não é?

Eu riu.

-- Se mudasse não seria eu. Mas me conta, porque essa mocinha aqui - me afasto para olhar Diana - que tem apenas 10 anos, está de Baton e lápis de olho preto?

Elas me olham, minha filha com receio e Mad segurando um sorriso, sinto que não vou gostar.

-- Eu conto ou você conta?

Ela pergunta pra garota em meu colo, essa que não fala nada.

-- Ok, essa sua 'garotinha', que você trata como se fosse um anjinho, anda meio rebelde e cheia de segredinhos, sério Lauh, eu ando trabalhando minha paciência com ela, porque ela puxou você ou vocês, sei la.

-- Sei que tem mais nessa história, mas vamos por partes, algo a me contar Di?

Ela me olha e suspira com um ar meio rebelde, e notei agora que ela tem as unhas pintadas de preto e fora a camisa de mangas compridas, ela usa jeans rasgados, me vejo nela com um pouco da mãe, mas quando eu me vestia e passava um pouco de maquiagem, eu tinha 13 anos e não 10.

-- A senhora é uma fofoqueira! - olha feio para Mad que apenas revira os olhos - Eu vi umas fotos suas com a mamãe, você estava sempre de jaqueta de couro e os olhos pintados, eu queria deixar bem preto que nem a senhora fazia, mas Mad não deixou... E comprei uma jaqueta de couro também, mas esqueci de vir vestida com ela.

Vis à VisOnde histórias criam vida. Descubra agora