Amor para outra vida pt2

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Alya chegou 20 minutos depois da nossa troca de mensagens.

Eu estava triste, pois minha vida estava nas mãos de uma única pessoa, Emilie.

Eu e Emilie sempre tivemos um ótimo relacionamento, ela era como uma segunda mãe para mim.

Mas não sei sr conseguiria o dinheiro porque toda a grana que eles gastam tem que passar pela "vistoria" do Sr. Agreste.

E Gabriel é meio mão de vaca de vez em quando. Por isso não tenho tantas esperanças.

Quando percebi, Alya estava chorando no canto do quarto. Meu coração naquele momento se partiu.

Alya desde sempre me apoiou em tudo. Até nas coisas mais bizarras, ela estava lá.

Pedi então pra que ela deitasse junto comigo na maca de hospital em que eu me acomodava.

Ela obedeceu vindo em minha direção com um olhar caído.

Alya: Eu vou junto com você, se você for! Eu nunca vou deixar você passar por um processo tão difícil sem que eu esteja do seu lado.

Marinette: Obrigado Alya!- falo com lágrimas nos olhos- Eu te amo muito sabia? Obrigada por sempre estar comigo mesmo em meio as dificuldades.

Alya: Eu sempre vou estar ao seu lado, seja para o que for!

Ela se deita em meu peito e nós duas começamos a chorar.

Alya: Em pensar que isso tudo é culpa daquele filho de puta do Adrien.

Marinette: Não fale assim da mãe dele. Se não for ela pra me dar o dinheiro, não vai ser mais ninguém!

Alya: Verdade. Então... AQUELE RAPARIGO DE UMA FIGA... ficou melhor? - ela pergunta com uma cara de inocente e eu começo a rir junto a mesma.

Meu pai e minha mãe aparecem na porta com um sorriso no rosto.

Eu e Alya: ELA EMPRESTOU O DINHEIRO?

Meus pais assentam com a cabeça e eu e Alya começamos a chorar de felicidade.

Tom: Mas, infelizmente, só poderá ir você e Alya.

Marinette: Por quê?

Tom: Porque futuramente não iremos precisar pagar. Emilie pagará cada centavo do seu tratamento e Alya irá com você para te fazer companhia. Eu e sua mãe teremos que ficar aqui para.. resolver algumas coisas.

Eu fiquei feliz que meus pais não terão que pagar nada futuramente, mas fiquei curiosa para saber o que eles tinha de tão importante para resolver aqui em Paris que não poderiam acompanhar a filha de 16 anos em um tratamento de alto risco nos Estados Unidos.

Alya percebeu minha preocupação.

Alya: Vai ficar tudo bem, Mari. Eu vou estar lá pra te ajudar com tudo! E além do mas, poderá ser nossa "viagem de férias"- ela diz fazendo aspas com os dedos e eu riu de sua atitude.

■●■●■●■Continua■●■●■●■

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